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Triptofano

O teu aminoácido essencial!

Team Building: Só que não!

19.12.17, Triptofano!

Neste domingo foi o brunch de Natal lá do trabalho.

 

Todos os anos se fazia jantar, mas desde o ano passado que aderimos à moda do pequeno-almoço alancharado, por duas grandes razões.

 

Primeiro porque há mais tempo para confraternizar, sem ter que se estar preocupado com as horas devido a trabalhar-se na manhã seguinte.

 

Em segundo porque a quantidade de comida que se ingere é muito maior visto permanecermos mais tempos sentados à mesa e em Dezembro há qualquer coisa no ar que motiva as pessoas a comerem desalmadamente.

 

Este ano, além do brunch, o patronato resolveu que se iria fazer uma actividade de Team Building que consistiria em participar num Escape Game.

 

Isto porque eu enchi as orelhas da minha patroa em como seria giro fazer um, e que aquele que eu tinha feito no Porto tinha sido fantástico, e ela para eu não lhe atazanar mais a paciência lá anuiu, que sim, que seria uma actividade interessante para fortalecer os laços da equipa.

 

Escolhemos então a Escape2Win e o jogo Asylum porque foi um dos poucos que encontrámos que dava para oito pessoas ao mesmo tempo. 

 

"Em 1987, A ajuda foi palco de um enorme incêndio.

O manicómio que aí existia ardeu. Todos os habitantes morreram. Porém, hoje diz-se que eles não sabem que morreram e que mantêm as suas vidas como se nada tivesse acontecido. Os vizinhos dizem que se ouvem coisas... 

Vocês são um grupo de caça-fantasmas desejosos de desvendar este mistério. Mas ao entrar, ficam presos entre o passado e o presente. Precisam de trabalhar em equipa para conseguir escapar, ou correm o risco de também as vossas almas ficarem perdidas para sempre..."

 

escape2win.jpg

 

O jogo, com a duração máxima de uma hora, começou com o nosso grupo divido em duas equipas, cada uma em divisões separadas, sendo que era fulcral a comunicação entre ambas para se poder avançar no jogo.

 

E aqui foi que percebemos que devemos ter uma subscrição diária de milagres laborais para a nossa loja continuar em pé porque a nossa comunicação não é má, é péssima.

 

Sabem quando dizem que só um dos membros da equipa é que deve falar para não haver ruído na comunicação?

 

Pois bem, nós na teoria até conseguimos definir tudo isso, apontar um líder e todos concordarem, mas depois na prática logo após os primeiros dois minutos é cada um por si com toda a gente a gritar uns por cima dos outros e a ninguém se entender.

 

Incrivelmente, para espanto de todos, apesar de todas as probabilidades estarem a favor de não passarmos sequer da primeira divisão, conseguimos escapar ainda a faltarem uns larguíssimos 3 minutos.

 

E quando nos disseram que apenas 30% das pessoas conseguem acabar com sucesso o jogo ficámos ainda mais admirados.

 

Se calhar, no fim de contas, não somos assim tão maus como equipa!

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