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Triptofano

O teu aminoácido essencial!

A Sogra que te Pariu

17.04.22, Triptofano!

Mal deitei os olhos em A Sogra que te Pariu, a primeira sitcom brasileira da Netflix, foi impossível não devorar cada um dos 10 episódios. Além de não chegarem aos 30 minutos cada, permitindo serem visualizados numa pausa entre o trabalho ou, mais concretamente, entre o enfardanço sem limites de amêndoas da Páscoa, os episódios de A Sogra que te Pariu são verdadeiramente engraçados, com piadas certeiras e momentos hilariantes. E quem não gostar bem que pode ir para a casa do cacete!

A Sogra que te Pariu

Rodrigo Sant'Anna dá corpo à Dona Isadir, uma mulher que devido ao lockdown do Rio de Janeiro em virtude da pandemia, deixa o seu apartamento no Cachambi, um bairro de classe média, para ir viver para a Barra da Tijuca, lugar de gente fina, com o seu filho durante umas semanas enquanto a pandemia durar. No entanto todos nós sabemos como é que o Covid nos deu as voltas, e as semanas sucederam-se às dezenas, fazendo com que a sem-papas na língua Dona Isadir permanecesse mais de um ano na casa de Carlos, o primogénito.

Nada disto teria problema não fosse a relação agreste com Alice, a nora, que também não morrendo de amores pela sogra que veio obrigar a encontros românticos na dispensa, cria uma dinâmica hilariante de ofensas que ninguém (ou quase ninguém) leva a mal. Há também uma neta empoderada, um neto que vive noutra dimensão, uma empregada debochada e mais algumas personagens simplesmente deliciosas. Mas a minha preferida é a Fátima, a amiga de Isadir que é o meu estereótipo de brasileira típica, e que confere um brilho especial a todo o elenco.

As peripécias são inúmeras, desde Isadir sendo motorista de aplicativo, a entrar no território das aplicações de encontro ou mesmo a tentar reparar a sua falta de uso com o homem que veio reparar o micro-ondas.

A Sogra que te Pariu é memso uma das melhores coisas que vi ultimamente, com um humor leve e inteligente, que é impossível não nos deixar com um sorriso na cara!

 

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