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Triptofano

Como ser 20% mais feliz?

09
Out18

Museu do Dinheiro


Quando o Cara-Metade disse para irmos ao Museu do Dinheiro prontamente imaginei-me a mergulhar numa piscina cheia de moedas de dois euros, como se fosse uma espécie de Tio Patinhas dos tempos modernos.

 

Não houve piscina nem com moedas, nem com títulos de tesouro, nem sequer com bitcoins, mas foi uma visita interactiva, interessante, apta para quem tem crianças pequenas, e cereja no topo do bolo, gratuita.

 

O Museu do Dinheiro situa-se na Antiga Igreja de S.Julião, no Largo de São Julião em Lisboa, estando aberto de quarta a sábado, das 10 às 18h.

 

O edifício da antiga igreja é imponente e impressionante, e a visita vale a pena nem que seja apenas para admirar o seu interior.

 

Depois de um rigoroso controlo de metais, que me fez pensar duas vezes se não tinha sofrido uma crise de amnésia e estava na realidade a embarcar para um avião, temos acesso ao Museu do Dinheiro, que apresenta o tema do dinheiro, a sua história e evolução, em Portugal e no mundo; e à muralha de D.Dinis, classificada como Monumento Nacional, onde se pode ver e interpretar as "impressões digitais" deixadas na muralha ao longo dos anos e artefactos arqueológicos de vários períodos indispensáveis para conhecer o passado da cidade.

 

Não querendo tirar relevo à muralha, o Museu do Dinheiro para mim foi a melhor parte da visita, especialmente porque era interactivo.

 

Sinto que nos dias de hoje cada vez é mais complicado entusiasmar um visitante apenas com palavras escritas na parede e relíquias históricas expostas atrás de uma vitrine.

As pessoas precisam de se envolver e de sentir que fazem parte da história que se exibe, e este museu consegue fazê-lo na perfeição.

 

Poder tocar e tentar levantar uma barra de ouro de 12 kgs, observar ao microscópio as fibras dos diferentes materiais que foram usados para fazer notas, lançar uma moeda virtual numa fonte dos desejos e poder descobrir se a nota de 50 euros que temos na carteira é falsa ou não, são algumas das actividades que podem ser realizadas enquanto se descobre o acervo do museu.

 

Além disso, através do uso do bilhete, certas experiências são gravadas na área A Minha Visita do site do Museu, onde num prazo de 30 dias podemos redescobrir os resultados dos quizzes que fizemos ao longo da visita, a nota com o nosso maravilhoso rosto impresso ou mesmo a moeda com o relevo do nosso perfil. (infelizmente, quando tento aceder à minha área pessoal diz que o meu bilhete não foi encontrado, já mandei um e-mail a ver se me conseguem ajudar!)

 

Já agora, sabiam que as notas de euro danificadas ou mutiladas podem ser trocadas nos bancos centrais desde que conservem uma área superior a 50% e seja possível a confirmação da sua genuinidade? 

 

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