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Triptofano

O teu aminoácido essencial!

A melhor Cookie de Lisboa

07.05.19, Triptofano!

Milkees em 10 segundos: Descubram a melhor cookie de Lisboa e aproveitem para tomar um brunch, onde o cappuccino é delicioso, a granola é protagonista mas a verdadeira estrela é a tosta de abacate e tomate bio!

 

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

 

Imaginem que estão a ter um orgasmo.

 

Agora imaginem que estão a ter um orgasmo com uma cookie gigantesca, crocante, feita com chocolate negro da Callebaut e flor de sal, enfiada dentro da vossa boca.

 

Garanto-vos que a sensação de comer pedacinho por pedacinho a cookie que vos é servida no Milkees, um novo café na zona do Marquês, ainda é melhor, por impossível que pareça.

 

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

 

Para quem não gostar de chocolate negro há sempre a possibilidade de escolher a versão de chocolate de leite ou de aveia e passas. (apesar desta última ser demasiado saudável para o meu gosto...afinal se uma pessoa vai comer bolachas é para a desgraça!)

 

Eu tive a sorte de quando cheguei estar uma fornada quase quase a sair, mas o segredo é deixar as cookies arrefecerem um bocadinho, porque se forem consumidas demasiado quentes a sensação de gordura vai tornar-se desagradável.

 

Mas o engraçado é que apesar de me ter apaixonado pelas bolachas, o que me levou primeiramente ao Milkees foi o brunch, e minha gente, foi uma muito boa surpresa!

 

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

 

Apesar de simples - pode-se escolher uma bebida quente, uma bebida fria, uma bowl de iogurte e uma tosta - o facto de usarem ingredientes de óptima qualidade, associado a um atendimento incrivelmente simpático e profissional e a um espaço que nos faz automaticamente sentir confortáveis, tornam este brunch como um dos melhores a que fui nos últimos tempos.

 

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

 

Eu e o Cara-Metade escolhemos para bebida quente um delicioso cappuccino e para bebida fria um não menos apetecível sumo de fruta, ele de maracujá e eu de acerola, para aumentar os níveis de vitamina C e reforçar o sistema imunitário.

 

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

 

As bowls de iogurte apesar de não serem muito grandes enchem, porque o Milkees não faz como outros sítios, que é encher a taça de iogurte e poupar na granola.

 

Aqui não, tanto granola como frutos secos, é tudo em quantidades colossais, o que me fez ficar com um sorriso de orelha a orelha.

 

Honestamente quando primeiro vi a granola fiquei desiludido, porque tinha pedido a opção granola de banana e não vi banana em lado nenhum, mas quando levei o primeiro bocado à boca senti logo o inconfundível sabor do fruto.

 

O Cara-Metade escolheu a de Buttermilk e também ficou rendido, comendo tudo até ao último pedacinho! (para os amantes incondicionais de granola que descobrirem aqui uma nova paixão o Milkees vende a dele para fora, nuns frasquinhos de vidro todos catitas)

 

A única coisa verdadeiramente estranha era a amora que encimava a bowl, porque visualmente era uma amora mas sabia a cereja, tendo as minhas papilas gustativas ficado seriamente confundidas com tamanho mistério da natureza.

 

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

 

Relativamente às tostas veio uma de brie, alperce e nozes, extremamente rica e saborosa, apesar de ter de confessar que o cheiro do brie não é a coisa que me faça ficar mais delirante.

 

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

 

Agora a tosta de abacate e tomate bio carregadinha com sementes de abóbora era simplesmente uma perdição, tendo sido eleita o ponto alto do brunch.

 

Eu era capaz de comer aquela tosta ao pequeno-almoço, ao almoço, ao jantar, a meio da noite, basicamente a qualquer hora porque ela era indecentemente boa, especialmente se pensarmos que é saudável.

 

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

 

Depois do brunch e antes do orgasmo com a Cookie ainda houve tempo para provar o brownie bem atestado de nozes, saboroso, húmido, uma verdadeira tentação irresistível!

 

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

 

Não posso esquecer-me de referir que veio como oferta de casa um copinho com uns formidáveis biscoitos de polvilho (um ingrediente proveniente da mandioca) e sésamo que eram perigosamente viciantes!

 

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

 

Vale a pena visitar o Milkees por causa do seu brunch, mas é imperdoável se passarem lá ao lado e não provarem uma das cookies.

 

Garanto-vos que não se vão arrepender, e vocês sabem que eu não vos minto!

 

E já agora, uma brincadeira inocente.

 

Entrem na casa-de-banho dos homens e descubram a mensagem no tecto.

 

Aposto que não vão conseguir evitar esboçar um grande sorriso! 

 

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

 

Milkees - A melhor Cookie de Lisboa

 

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Mudem sem mudar!

06.05.19, Triptofano!

Para mim, generalizando e simplificando, existem dois tipos de pessoas no mundo.

 

Há aquelas com o coração no sítio certo, que apesar de não serem perfeitas e terem defeitos como qualquer ser humano, são pessoas transparentes, verdadeiras, empenhadas em mudar o mundo, nem que seja um bocadinho de nada de cada vez.

 

Mas é assim que o mundo realmente muda para melhor, uma boa acção, um sorriso, um abraço, uma palavra de cada vez.

 

Depois existem as outras, que em algum momento da sua existência esqueceram-se que isto aqui é só uma passagem, que é apenas e somente um momento efémero, e que a felicidade individual nunca pode ser maior do que a alegria do grupo, por mais que se acredite que sim.

 

São essas pessoas que tem rancor, que não medem palavras, que gostam de ter as mãos cheias de pedras, que pensam que se elevam ou ganham mais razão humilhando os outros, ofuscando-lhes o brilho, deixando-as sem oxigénio.

 

Não posso pedir a quem se insere no segundo grupo que mude, porque essa mudança interna só funciona verdadeiramente se partir de dentro, mas peço com todas as moléculas do meu ser que quem pertence ao primeiro mantenha-se inalterado.

 

Eu sei que há dias de merda, injustiças, palavras que magoam.

 

Há momentos que nos ficam marcados para sempre, olhos marejados de lágrimas que engolimos para dentro, revolta por darmos tanto e recebermos tão pouco de volta.

 

Por vezes apetece desistir de tudo, não ajudar, não querer saber. Parece que independentemente do melhor que tentarmos ser só recebemos facadas nas costas.

 

Mas não mudem, ou melhor, mudem sem mudar!

 

Mantenham a vossa essência inalterada, a vossa luz, a vossa alegria, a vossa verdadeira dedicação ao outro e a tornar o mundo melhor.

 

Mas vão descobrindo, às vezes da pior forma possível, quem é merecedor da vossa pessoa, do vosso tempo, das vossas palavras, do vosso sorriso.

 

E mudem de companhias, mudem de trabalho, mudem de vida se for preciso, mas não mudem a melhor parte de vocês, aquela parte inimitável e inconfundível.

 

Às vezes é assustador sair da zona de conforto mesmo que ela já não nos dê felicidade, mas lembrem-se, não existe eclipse algum que possa esconder a luz de uma verdadeira estrela para sempre!

E que tal desintoxicar o cabelo?

06.05.19, Triptofano!

Hoje em dia toda a gente quer desintoxicar tudo e mais alguma coisa.

 

Ele é o corpo, através de sumos que tem na sua composição metade da secção de legumes e verduras do Continente, que fazem com que o nosso fígado expulse as toxinas e o nosso intestino fique vinte cinco anos mais novo.

 

Ele é a pele, através de exfoliações e máscaras purificantes de argila e produtos com filtros de luz azul e componentes anti-poluição que prometem deixar-nos com uma tez uniforme e luminosa qual estrela de cinema.

 

Ele é a mente (esta é a mais difícil de todas) e as suas vibrações negativas, recorrendo-se a meditações, viagens astrais em classe executiva com espaço que sobra para as pernas e uma análise diária dos nossos sentimentos, que serve apenas para perceber que o problema são os outros e uma pessoa precisava era ir meio ano de férias para não os aturar.

 

Mas e o cabelo e o couro cabeludo? Ninguém desintoxica esta parte do corpo?

 

PhytoDetox

 

Segundo dados da OMS, até 2050 70% da população mundial vai viver na cidade, o que significa poluição para cima de uma pessoa e consequentemente para cima do cabelo.

 

Mas não é apenas a poluição urbana (o belo do tubo de escape) que dá cabo do cabelo do pessoal: o fumo do tabaco (seja a pessoa fumadora ou trabalhe num ambiente de fumo onde sai a parecer uma chouriça), os produtos do cabelo (champô seco, coloração não permanente, produtos de styling), a água pesada do banho e o exercício físico diário (uma pessoa já nem pode tentar ser saudável) também contribuem para um couro cabeludo asfixiado e para cabelos pesados, baços e que ficam oleosos mais rapidamente!

 

A solução?

 

Desintoxicar uma vez por semana o nosso cabelo e couro cabeludo com a "nova" linha PhytoDetox da Phyto, a gama de cuidados purificantes e refrescantes para couro cabeludo e cabelos poluídos.

 

"Nova" porque na realidade um dos três cuidados desta linha tem apenas uma nova roupagem.

 

Enquanto que a máscara purificante pré-champô e o spray refrescante são novidades novidades, o champô purificante refrescante apenas sofreu uma mudança de imagem, sendo que antigamente respondia pelo nome de PhytoNeutre.

 

Todos os três produtos da gama PhytoDetox possuem óleo essencial de eucalipto, que tem uma acção refrescante, sendo o melhor amigo do cabelo poluído e asfixiado, e bardana, que tem a capacidade de remover o excesso de sebo, ajudando a desintoxicar o couro cabeludo, trazendo leveza ao cabelo poluído que tende a tornar-se oleoso muito rapidamente.

 

Existe ainda a ghassoul, uma super-argila com super-poder de absorção, capaz de captar sebo, sujidade e partículas asfixiantes, exclusiva da máscara purificante pré-champô; e o extracto de kumquat, que revitaliza e desperta a luminosidade do cabelo, que podem encontrar no spray refrescante.

 

O spray refrescante também possui um agente anti-odor, que tanto limita a absorção como reduz os maus odores após eles estarem entranhados no cabelo e uma pessoa ter vontade de rapar a cabeça!

 

Mas como é que se usam estes produtos maravilhosos?

 

A Phyto defende que uma vez por semana, num dia em que uma pessoa não esteja em contra-relógio, faça um verdadeiro ritual de desintoxicação capilar, usando-se a máscara purificante e o champô purificante.

 

Basicamente uma pessoa salta para dentro da banheira, pega na máscara e aplica no couro cabeludo seco risco por risco, massajando depois suavemente para repartir o produto (é suavemente, não é como se estivessem com um ataque de piolhos ok?).

 

Deixa-se actuar durante dez minutos enquanto se rapa frio (não vão estar com a água ligada durante 10 minutos pois não? olhem o ambiente...) de forma a que a argila do produto posso absorver tudo o que for impurezas e pó e outras porcarias que tais e depois enxagua-se e lava-se com o champô PhytoDetox.

 

O champô purificante PhytoDetox pode ser usado até duas vezes por semana e vai eliminar os resíduos que tornam o cabelo baço, purificando a fibra capilar e limpando profundamente o cabelo sem dessecá-lo.

 

E o spray refrescante?

 

Imaginem que foram treinar, ali a dar no duro para queimar a gordurita extra que não quer desaparecer, o normal é acabarem o exercício com o cabelo a parecer um bicho.

 

Pegam no spray refrescante, vaporizam na raiz e nos comprimentos, deixam secar e voilá, cabelo fresquinho num instante.

 

Agora depois do treino recebem uma sms a convidarem-vos para uma festa num restaurante.

 

Vocês pegam no spray e aplicam no comprimento do fio capilar, para evitar quando chegarem a casa cheirarem o vosso cabelo e ele tresandar a fumo e a fritos!

 

Se por acaso se esquecerem de colocar antes da festa também podem aplicar depois para reduzir os maus odores que se entranharam!

 

E pronto minha gente é isto!

 

Quem é que já fazia desintoxicações ao cabelo e couro cabeludo com os outros produtos do mercado?

 

Ficaram curiosos com esta nova gama da PhytoDetox? Já sabem que estou sempre interessado em ler as vossas opiniões! 

Um restaurante onde todos são Phôfinhos

05.05.19, Triptofano!

Phô Finho em dez segundos: Descubra um espaço que só serve Phô em quantidades gigantescas a preços extremamente económicos, decida entre a opção de vaca, frango ou vegetariana, tenha cuidado com o excesso de picante e não fique constrangido se ouvir alguém gritar um Fofinhooooos!

 

Phô Finho

 

Vergonha alheia é a melhor forma de classificar o sentimento que invadiu-me quando ouvi alguém gritar alto e bom som para o meio da rua um Fofinhooooos!

 

Há restaurantes que dão aqueles gadgets todos modernistas que apitam e vibram e lançam luzes psicadélicas quando a comida está pronta; no Phô Finho, um restaurante vietnamita no Príncipe Real, adoptou-se o método de gritar carinhosamente pelos clientes que esperam na rua, apesar de por experiência própria saber que sobretudo as mulheres não gostam muito de ser chamadas de fofinhas!

 

É normal ter que se esperar na rua porque o Phô Finho é realmente minúsculo, visto que só há seis lugares sentados e uma pessoa fica basicamente entalada entre o balcão e a parede.

 

Se precisarem de ir à casa-de-banho então preparem-se para dar cuzadas nas pessoas, mas com um bocado de boa vontade e contorcionismo tudo se consegue.

 

Phô Finho

 

Para quem não quiser ficar à espera que um lugar fique vago pode sempre pegar numa mesa e um banco de plástico e assentar arraiais no passeio, ao bom estilo da street food asiática, apesar de achar que esta solução tem os dias contados, porque não me parece que a Câmara de Lisboa vá ver com bons olhos esta ocupação certamente ilegal! (digo certamente porque duvido bastante que a Câmara tenha concedido uma licença para ocupar todo o passeio e fazer com que as pessoas para passarem tenham de usar a estrada, mas isto nunca se sabe...)

 

Phô Finho

 

Se ainda não adivinharam a especialidade do Phô Finho é o Phô, um prato vietnamita que consiste em noodles de arroz banhados por um maravilhoso caldo onde se encontram outros excepcionais ingredientes capazes de nos fazer salivar descontroladamente.

 

Na realidade no Phô Finho só se serve mesmo Phô, havendo três escolhas possíveis: um de vaca, outro de frango e um vegetariano, este último enriquecido com cogumelos shitake e couve pak choi.

 

Seria de esperar que com apenas três opções alimentares, onde a base das três é a mesma, o serviço fosse super rápido.

 

Mas não é.

 

O espaço da cozinha é lindo, com um conceito extremamente giro e visualmente sorridente, mas a desorganização que lá se vive é incompreensível.

 

Phô Finho

 

Em vez das coisas estarem todas devidamente preparadas para ser só colocar na taça e servir ao cliente tudo é feito ao sabor do momento!

 

Já não há carne? Corta-se mais um bocadinho! Faltaram os rebentos de soja frescos? Pede-se ao patrão para ir ao supermercado comprar enlatados.

 

Tudo num ritmo que faz uma pessoa quase comer os dedos em desespero.

 

Nestas situações vê-se a falta que faz ter fichas técnicas na cozinha.

 

Se houvesse um conhecimento exacto de que quantidade de matéria-prima cada prato leva era muito mais fácil ter os ingredientes todos bem preparados além de conseguir-se atempadamente prever a falta de um deles!

 

Relativamente ao Phô em si é bom, mas ainda pode e deve melhorar.

 

Phô Finho

 

Escolhi a opção de vaca e foi-me servida uma taça gigantesca (a um preço incrivelmente barato) repleta de ingredientes de óptima qualidade que me vi aflito para terminar, por estar demasiado picante para as minhas sensíveis papilas gustativas.

 

Uma forma infalível de saberem se algo está excessivamente picante (para mim) é olharem para o meu cabelo.

Se ele começar a escorrer água descontroladamente é porque o caso está mal parado.

 

Fiquei com pena porque o caldo, além de picante, precisava de mais um pouco de equilíbrio no sal, não havendo aquela harmonia tão delicadamente deliciosa que transforma o Phô num prato reconfortante e envolvente.

 

Num acesso de loucura decidi juntar molho hoisin, um molho da cozinha chinesa mas também usado no Phô vietnamita, mas foi uma má ideia porque o doce do hoisin acaba apenas por dar ainda mais força ao picante.

 

Outra coisa que pode melhorar são os aromáticos que são servidos para enriquecer o Phô.

 

Phô Finho

 

Os coentros escusavam de vir com um talo gigantesco e a hortelã poderia ser, na realidade, manjericão.

 

Quanto às bebidas tanto a infusão de gengibre como a de hibisco eram agradáveis, mas não seriam as minhas primeiras escolhas para acompanhar um prato excessivamente picante. 

 

Phô Finho

 

Phô Finho

 

Infelizmente além destas infusões, que tinham de ser bebidas quentes pelo facto de não haver gelo, só havia cerveja vietnamita - nem um sumo ou uma água para ajudar a apagar o fogo que se instalou no meu palato.

 

Phô Finho

 

O Phô Finho tem todas as bases correctas para dominar o mercado do Phô em Lisboa, mas ainda precisa de muito trabalho, organização e atenção ao detalhe para deixar enamorados os verdadeiros amantes de comida asiática!

 

Phô Finho Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Suplementação com Coenzima Q10: Bioactivo Q10 Forte

04.05.19, Triptofano!

Vocês pediram com muito afinco, mandaram-me e-mails carregadinhos de promessas de amor eterno e visualizações diárias aqui do blog, recebi fotos sedutoras pelo Instagram e até uma carta com um pó suspeitamente verde torrado chegou a minha casa, tudo para que eu partilhasse convosco qual é o suplemento de Coenzima Q10 em que eu mais confio!

 

E o produto que conquistou o meu coração e órgãos adjacentes, a referência da qual eu lembro-me sempre quando penso em Coenzima Q10 é o Bioactivo Q10 Forte.

 

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Mas o que é que me levou a gostar mais deste produto em vez de um outro qualquer?

 

O que verdadeiramente me conquistou foi o facto da biodisponibilidade do Bioactivo Q10 Forte ser bastante boa relativamente à concorrência.

 

E o que raio é a biodisponibilidade?

 

Para ser mais fácil perceber, um medicamento que seja administrado directamente na veia tem uma biodisponibilidade de 100%, mas quando esse mesmo medicamento é tomado por via oral, por exemplo, a biodisponibilidade diminui.

 

Isto acontece porque o medicamento não é absorvido na sua totalidade ou porque até chegar à corrente sanguínea parte dele sofre alterações transformando-se noutras substâncias que não vão servir-nos rigorosamente para nada.

 

Concluindo, a biodisponibilidade é a percentagem de medicamento que atinge a circulação sanguínea sem sofrer nenhuma alteração.

 

Quanto maior essa percentagem melhor para nós, porque estamos a tomar algo que vai realmente fazer efeito!

 

Estudos de farmacocinética - feitos por pessoas que percebem obviamente mais do assunto que eu, visto que chumbei a esta cadeira uma data de vezes na faculdade - demonstraram que a biodisponibilidade do Bioactivo Q10 Forte é superior comparativamente aos outros produtos que existem no mercado, tudo devido à maneira como é formulado.

 

Desde logo a Coenzima Q10 é muito fina, já que é sensível à luz e ao oxigénio, a madame!

 

Para não estarmos a tomar um Q10 já mais para lá do que para cá a Bioactivo enfiou-a dentro de umas cápsulas moles com protecção contra a luz e dissolveu-a em óleo vegetal isento de oxigénio, sendo que esse óleo vai aumentar a quantidade de coenzima que chega à nossa circulação sanguínea.

 

Como se já não bastasse a Q10 é submetida a um processo especial de aquecimento na altura de a dissolver no óleo vegetal, sendo que a sua estrutura cristalina é transformada em microcristais semelhantes a flocos de neve, flocos estes que são totalmente dissolvidos à temperatura do corpo, formando uma mistura homogénea que o organismo consegue absorver facilmente!

 

Basicamente a papinha tá toda feita para o nosso corpo conseguir enfiar o máximo de Q10 possível cá para dentro.

 

Porque o nosso corpitxo lindo é chato, e não absorve tudo o que lhe colocam à frente, especialmente moléculas muito grandes como as de certos suplementos de colagénio, mas isso é outra história...

 

Outra coisa que joga a favor do Bioactivo Q10 forte é o facto de usarem Q10 fermentada por leveduras, idêntica à que existe no nosso organismo, em vez de Q10 fermentada por bactérias que contém impurezas de natureza desconhecida.

 

Algo que também não vão encontrar neste suplemento são isómeros-cis (pelo nome devem ser umas coisas do demónio só pode), que normalmente se encontram em matérias-primas sintéticas, baratas e de baixa qualidade, provenientes a maior parte das vezes de produtos de desperdício da indústria do tabaco.

 

A quantidade de Coenzima Q10 que está indicada para conseguirmos contrariar a perda da mesma causada pela passagem dos anos é entre os 100 a 200 mg por dia e cada cápsula mole da Bioactivo possui 100 mg.

 

E o facto de ter apenas 100 mg não é por acaso, já que estudos mostram que o organismo consegue absorver mais Q10 se forem feitas duas tomas diárias do que enfiar as 200 mg ao mesmo tempo para o bucho.

 

Por isso caso queiram fazer uma dosagem superior a 100 mg por dia, dividam as tomas, de forma a terem um resultado final muito mais interessante!

 

E pronto, é por causa de todos estes pequenos grandes detalhes que suplementação com Coenzima Q10 para mim é com Bioactivo Q10 Forte! 

Em Ponto Maria: Fingir Orgasmos

03.05.19, Triptofano!

Vou directo à questão: Quem é que já alguma vez fingiu um orgasmo?

 

Só que na realidade o que me aguça a curiosidade não é saber se já tiveram interpretações dignas de um Óscar durante o acto sexual para não desmotivarem a pessoa que estava a partilhar a intimidade convosco (apesar de ser defensor do diálogo aberto para uma melhor sintonia sexual) mas sim se já fingiram um orgasmo para despachar a coisa, seja porque estavam com sono, porque era quase hora de jantar e aquilo nunca mais acabava ou porque estava tudo a ser tão mau mas tão mau que vocês queriam era fugir dali para fora.

 

A minha memória mais traumatizante foi com um jovem que insistia em ser o penetrador (odeio os termos activo e passivo desculpem lá minha gente) apesar de não ter jeito nenhum para a coisa.

 

Ora este tipo de pessoas das duas uma, ou nunca ninguém lhes disse que aquela não é a praia delas e continuam a pensar que são o Cristiano Ronaldo da penetração anal, ou são amantes egoístas, e mesmo sabendo que não dão uma para a caixa, ou neste caso específico para o cu, o que lhes interessa é terem prazer e os outros que se lixem.

 

Voltando à história, estou eu e o rapaz, beijinho para aqui, beijinho para acolá, até que chega o momento decisivo.

 

E pronto, não é bom, não é sequer agradável como aquela brisa fresca no rosto logo pela manhã, é algo que se assemelha mais ao desconforto que temos quando vamos à casa-de-banho fazer cocó e há um salpico de água que nos molha os genitais!

 

Na minha inocência pensei que o acto não ia durar muito, que dois minutinho e a coisa estava resolvida e eu podia seguir com a minha vidinha varrendo tamanha experiência traumática para debaixo do tapete, mas não, o moço estava ali decidido que aquilo não era para ser bom para um, era para ser bom para os dois (só que não!)

 

Naquele momento eu podia ter sido honesto e informado o jovem que ele devia considerar mudar de rumo de vida mas que não tinha de ter vergonha disso.

 

Tal como a mim já me tinham informado que nunca seria a próxima Joana Vasconcelos e eu apesar do desgosto compreendi que nem todos nascemos para ter talento, eu deveria tê-lo olhado nos olhos e pedido para delicadamente tirar a pila de dentro do meu rabo porque as coisas não estavam a funcionar.

 

Mas não tive coragem.

 

Algo dentro de mim não foi capaz de destruir o sonho de outra pessoa de ser o próximo grande actor pornográfico de Portugal.

 

Por isso fingi. 

 

E acho que não preciso de detalhar como é que se finge um orgasmo - basicamente começa-se a gemer devagarinho, a contorcer mais o corpo, aumenta-se os sons dos gemidos, começamos a colocar as mãos em garra, mas tudo de forma controlada para não pensarem que estamos a ser possuídos por um espírito maligno.

 

O resultado é que a outra pessoa começa a ficar entusiasmada porque vê que estamos ali a viver o momento, nós sentimos que ela está mais excitada e por isso aproveitamos para aumentar também o nosso nível de pseudo-excitação juntando uns Dá-me com Força e uns suplicantes Vem-te Todo até que pimba, a arma é disparada em todo o seu fulgor e nós aproveitamos para dar um gemido mais prolongado como se tivéssemos sido atingidos no baço.

 

No caso das mulheres o fingimento pós-orgasmo é mais fácil, visto que não é necessário haver nenhum líquido que confirme o atingimento do clímax, mas nos homens é preciso um bocadinho mais de jogo de cintura.

 

O meu conselho é darem o vosso melhor sorriso e dizerem que estavam mesmo mesmo mesmo quase, mas não há problema nenhum porque foi óptimo e agora precisam de descansar porque estão completamente exaustos, e aproveitam a deixa e fogem o mais depressa possível antes que a pessoa sequer considere a hipótese de uma segunda volta.

 

Em Ponto Maria Oficial.jpg

"A coisa andou a cozinhar e eis que atingimos o ponto!!! Quinta-feira quente. Quentinha. A escaldar! A Maria chegou para tornar este dia banal da semana no dia mais ansiado por vós. Conjuntamente com a dESarrumada tivemos a ideia de lançar uma rubrica semanal que vai abordar temas da actualidade que são completamente aleatórios e imprescindíveis ao mesmo tempo. Fiquem por aí e percam-se nos nossos devaneios."

 

Porque é que os Portugueses deixam tudo para a última?

02.05.19, Triptofano!

Devia haver um estudo científico, feito por uma entidade internacional isenta que não recebesse dinheiro de eurodeputados, que conseguisse descobrir porque é que nós, tugas de alma e coração, conseguimos deixar sempre tudo para a última das últimas.

 

Porque é que os Portugueses deixam tudo para a última?

 

Vejamos o seguinte caso.

 

Aqui na zona de Lisboa o valor mensal do passe desceu para 40 euros, dando acesso a tudo o que é transporte, excluindo as trotinetes e os tuk-tuks, sendo que uma pessoa pode viajar até zonas que nunca antes tinha ouvido falar sem pagar um cêntimo extra.

 

A iniciativa foi aplaudida de pé porque para muita gente significou uma poupança avultada, apesar de algumas pobres almas terem passado a pagar mais uns euritos mensais.

 

Só que como não há ponto sem nó, a condição para os passes diminuírem de valor foi que eles deixavam de ter validade de 30 dias corridos e passavam a poder ser utilizado apenas dentro do mês em que eram carregados.

 

Ou seja, se uma pessoa tiver o azar de ir de férias durante as três primeiras semanas de um mês depois vai ter de desembolsar 40 euros para um passe que só vai ser válido por uma semana.

 

Nessa altura é quando as habilidades de matemática do 4º ano vão dar jeito, para se perceber se compensa comprar bilhetes diários ou não.

 

De qualquer das formas pessoalmente acho que num prazo alargado uma pessoa acaba por poupar uns bons euros além de ter acesso a outros meios de transporte que antes não tinha, consoante a modalidade de passe que tivesse adquirido.

 

O grande problema é na verdade o facto de uma pessoa não poder carregar o passe com avanço.

 

Ou seja, estamos em Maio e eu quero já carregar para Junho.

 

Não dá!

 

Tenho que esperar pelo primeiro dia de Junho juntamente com todos os outros milhares de pessoas que usam os transportes públicos.

 

Este mês foi a primeira vez que tal modelo foi colocado em prática - e claro que deu barraca.

 

As filas para carregar o passe nas estações de comboio eram assim gigantescas, maiores até que aquelas que se formam quando alguém está a distribuir pacotes de bolachas grátis (então se forem daquelas com pepitas de chocolate os promotores quase são comidos vivos!)

 

Só que não havia necessidade disso ter acontecido porque dia 1 foi feriado e as pessoas podiam ter ido ao multibanco e carregado descansadamente o seu passe.

 

Afinal não choveu a cântaros, não houve nenhuma manifestação que pusesse em risco a segurança dos transeuntes e apesar do debate para as eleições europeias ter sido interessante, ocorreu depois do jantar, deixando todo o dia livre ao pessoal.

 

Mas português que é português gosta de viver no fio da navalha.

 

O verdadeiro tuga prefere reclamar com toda a gente e mais alguma, suspirar furiosamente e ver a vida a andar para trás quando já perdeu cinco comboios, do que a antecipar tal cenário que deixa qualquer um careca.

 

Eu confesso que também esqueci-me de carregar o passe no feriado.

 

Mas bastou sair cinco minutos mais cedo de casa e ir ao multibanco para ficar despachado.

 

Sou mais um dos portugueses que deixa tudo para a última, a única diferença é que eu tive uma sorte danada!

 

Waffles de Abóbora

02.05.19, Triptofano!

Ontem, como foi feriado, tive mais tempo para dedicar-me a fazer um pequeno-almoço saudavelmente caprichado aqui para casa. (fazer waffles para mim já é algo de extraordinário ok?)

 

Como no Instagram houve alguma curiosidade relativamente à receita que tinha utilizado para fazer as waffles de abóbora da foto, partilho-a aqui convosco para quem quiser poder recriá-la! 

 

Waffles de Abóbora com Shoyce de Noz

 

Waffles de Abóbora (12 doses)

 

Ingredientes:

 

1 pedaço grande de abóbora

1/2 chávena de bebida vegetal (no meu caso usei a bebida de noz da Shoyce)

Sumo de 1/2 limão

2 chávenas de farinha de aveia integral 

2 colheres de chá de linhaça

2 colheres de chá de fermento em pó

2 colheres de chá de canela em pó

1 pitada de sal

1 colher de sopa de azeite

 

 

Preparação:

 

Descascar um pedaço de abóbora, partir em pedaços pequenos e cozer a vapor ou em água sem sal. Escorrer bem e triturar deixando arrefecer.

 

Misturar a bebida vegetal com o limão num recipiente e deixar repousar.

 

À parte, num recipiente grande, misturar os ingredientes secos (podem ser usadas outras especiarias a gosto para além da canela).

 

Verter a bebida de aveia com limão, 1/2 chávena de puré de abóbora e o azeite.

 

Envolver tudo e deixar repousar enquanto a máquina das waffles aquece.

 

No caso de não ter máquina utilizar uma frigideira anti-aderente aquecida.

 

Colocar duas colheres de sopa de massa por cada waffle e deixar cozinhar cerca de 3 minutos, até ficar dourada e crocante.

 

Repetir o processo até acabar a massa.

 

Comer tudo sem remorsos porque é uma receita saudável! 

Coenzima Q10 para a Pele: Sim ou Não?

01.05.19, Triptofano!

A querida e maravilhosa Happy perguntou-me há uns dias se eu a aconselhava a tomar algum suplemento com Coenzima Q10 para ajudar na elasticidade da pele!

 

E a minha resposta é que sim, que deve tomar!

 

Coenzima Q10 para a Pele: Sim ou Não?

 

Agora vamos lá ver se eu consigo falar sobre este assunto sem que comecem a dormir em menos de dez segundos.

 

A pele, ao contrário do que certas mentes poluídas pensam, é o maior órgão do nosso corpo e está directamente em contacto com o meio ambiente o que significa que recebe tudo o que são factores de stress externo.

 

Para combater os danos provocados pelo sol e poluição, por exemplo, as células cutâneas estão sempre a trabalhar, sem hora de almoço, reparando e regenerando os tecidos.

 

Agora tanto trabalho necessita de uma quantidade gigantesca de energia além de que o metabolismo celular esteja todo afinadinho.

 

O problema é que com a idade, apesar de ficarmos mais charmosos, a actividade das mitocôndrias diminui.

 

E as mitocôndrias são tipo a EDP do nosso corpo - trabalhando menos acabam por produzir menos energia.

 

E menos energia implica que as funções das células e dos tecidos acabem prejudicados o que leva a que comecem a ser visíveis alterações estruturais, que trocado por miúdos significa que apesar de nós negarmos a pés juntos o resto do mundo começa a notar que estamos a ficar velhos, já que aquelas linhas e rugas não querem desaparecer e a pele começa a perder alguma elasticidade.

 

Mas como um mal nunca vem só, depois também há aqueles bichos chamados radicais livres.

 

E os radicais livres, especialmente nas células da pele, aparecem por causa da exposição à luz ultra-violeta - mas não só.

 

Quanto mais velha uma célula for mais radicais livre ela vai criar.

 

E esse radicais livres vão atacar a EDP do nosso organismo (as mitocôndrias) o que leva à produção de menos energia que por sua vez faz com que fiquemos mais velhos.

 

Conclusão, é tudo uma grande treta.

 

Porque a pessoa fica mais velha por causa dos radicais livres mas quanto mais velha fica mais radicais livres cria que a fazem ainda ficar mais velha. (ufa que canseira...)

 

Aqui é que entra a Coenzima Q10.

 

A Coenzima Q10, também conhecida como ubiquinona para os amigos, está presente em todas as células humanas e tem um papel fundamental na produção de energia pelas mitocôndrias.

 

Além disso também tem a maravilhosa capacidade de ser um anti-oxidante e dar cabo dos radicais livres.

 

Mas novamente o problema é a idade, já que os níveis de Q10 vão diminuindo conforme ela vai aumentando.

 

E a utilização de estatinas para o tratamento do colesterol também não ajuda.

 

E para mal dos nossos pecados a radiação UV também reduz os níveis de Q10 a nível da pele.

 

E se não houver Coenzima Q10 a nossa pele tem muito mais dificuldade em produzir colagénio e elastina, e sem estes componentes olá rugas e pele flácida!

 

A resposta é suplementar!

 

Pode ser através de cremes, onde uma pessoa se barra da cabeça aos pés com uma bela de uma Coenzima Q10 perfumada, ou, a minha preferida, através de uma cápsula fofinha que ingerimos.

 

Só que no toca a suplementos nem tudo é igual e obviamente que nem todos vão ter o efeito que pretendemos.

 

Mas como este post já está assim para lá de longo fico por aqui.

 

Depois se vocês quiserem assim muito muito muito eu falo do suplemento de Coenzima Q10 que é o meu preferido!!!

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