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Triptofano

O teu aminoácido essencial!

Sair depois dos 30

29.11.18, Triptofano!

Quando atingi o marco histórico dos 30 anos as minhas saídas à noite mudaram radicalmente.

 

É do conhecimento geral que quando se abandona a juventude dos 20 somos invadidos por um estado de velhice precoce, que nos atira subitamente para temporadas infinitas de Netflix com uma manta nos pés e uma caixa de gelado de 1 litro no colo.

 

Quando era novo parecia-me completamente plausível ir sair para dançar até a discoteca fechar lá por volta das seis da manhã.

 

Hoje em dia o meu corpo começa a entrar em estado de hibernação quando a meia-noite se aproxima, e se por algum acaso do destino ainda estou fora do conforto da minha cama no momento em que o relógio marca a primeira hora do novo dia é muito provável que adormeça onde quer que esteja, qual pessoa narcoléptica.

 

A verdade é que mesmo sendo trintão continuo a sair, mas sou muito mais exigente no meu tipo de saídas.

 

Já não me vejo a passar horas infinitas no Bairro Alto com a mão a congelar por causa da Caipiroska XXL que comprei no bar da esquina, nem a estar num bar onde a música está tão alta que a única forma de falar com a pessoa ao nosso lado é dominando a linguagem gestual, nem muito menos a ir a uma discoteca onde incrivelmente começava sempre a noite no meio da pista à larga e quando dava por ela estava encolhido num canto protegendo a cara para não levar com um Vogue na cara de uma criatura histericamente dançante.

 

Além que convenhamos, nos dias de hoje eu em termos de vestuário estou ao nível de uma freira carmelita se me comparar com o que esta nova geração veste.

 

A roupa interior passou a ser roupa exterior e o mais surpreendente é a mutação genética que a canalhada nasceu com, já que ninguém sofre de hipotermia!

Posso estar eu geladinho enrolado no meu casaco polar e estão eles a dar à anca com 92% da pele do corpo à mostra.

 

Neste momento da minha vida o local que eu procuro para sair à noite é um sítio calmo, bonito, onde se possa conversar, com boa música, pessoas bonitas e bebidas de qualidade.

 

E foi tudo isso que eu encontrei no Le Consulat: Arts and Drinks, um bar onde também é possível petiscar, situado no Largo de Camões.

 

Desengane-se quem acha que vai encontrar aqui litrosas a euro e meio ou um balde de mojito a cinco euros, as bebidas são caritas (mas se tiverem Zomato Gold o preço fica muito mais simpático - não se esqueçam de serem uns fofinhos e usar o meu código promocional caso ainda não tenham aderido e queiram fazê-lo) mas são de uma qualidade de lhes tirar o chapéu.

 

O espaço é fantástico, amplo, bem decorado e apesar do DJ a lançar música de boa qualidade era possível falar calmamente, sem gritos, sem cinquenta hã? no espaço de um minuto!

 

Em termos de bebidas veio para a mesa um South of Border, com Tequilla, sumo de toranja, pimenta cor de rosa e cardamomo, que se inseria na parte do menu dedicado ao Abstraccionismo (o menu é inspirado nos movimentos artísticos do século XX), que era delicioso mas é mais indicado para quem goste de bebidas com um final mais forte.

 

Le Consulat: Arts and Drinks

 

Eu segui o conselho da super entendedora de cocktails Joana Lino, que tinha visitado o espaço há pouco tempo e me tinha deixado a dica relativamente a pedir o Bed of Roses, um cocktail que ainda era meio segredo porque vai sair na carta nova (isto quem tem connections é todo um outro mundo!)

 

E que bom que era esta cama de rosas.

Com xarope de rosas e vodka, sumo de pepino e vinho rosé, xarope de sabugueiro, de hibisco e clara de ovo, era uma verdadeira perdição.

 

Um sabor docemente suave, mas sem se tornar enjoativo, o Bed of Roses é a bebida certa para quem queira transportar-se para o mundo do Sexo e da Cidade e dar por si a falar dos novos sabores sem açúcar dos lubrificantes ou de como atingir um orgasmo a nível do umbigo.

 

No topo do cocktail vinham a boiar alguns botões de rosa, e apesar de serem uma decoração comestível não aconselho a que os provem.

 

Secos, agarram-se à boca, são visualmente bonitos mas muito desagradáveis na boca - sim, obviamente que eu tinha de os enfiar na boca para vos contar como era a experiência! 

 

Le Consulat: Arts and Drinks

 

Por isso, se querem sair à noite mas estão à procura de um sítio tranquilo onde possam verdadeiramente conversar sem chegarem a casa roucos nem com as unhas dos pés pretas de tantas pisadelas, o Le Consulat é uma aposta segura!

 

Le Consulat: Arts and Drinks

Le Consulat: Arts and Drinks

 

Le Consulat: Art and Drinks Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Dar a mão ou dar o braço?

28.11.18, Triptofano!

Se existe algo que me aborrece é quando as pessoas não se preocupam com certo e determinado assunto porque não é com elas ou não lhes toca directamente.

 

No meu caso, apesar de não viver em função das dores dos outros, consigo indignar-me e compreender quando certa situação não é correcta mesmo que não me afecte - é o que chamo de ter consciência social.

 

E algo que me anda a fazer urticária há muito, algo que também eu já senti na pele mas vejo muitos amigos a sofrerem desse mal, é a questão da postura no trabalho.

 

Todos nós temos algum colega que é mais fechado, que não dá tanta confiança, que não partilha coisas da sua vida. Basicamente é alguém que dá a mão e às vezes nem tanto, um dedo anelar e já se vai com muita sorte.

 

Depois temos aquele colega expansivo, super boa onda, sorridente, galhofeiro, disposto a ajudar tudo e todos, aquela pessoa que dá o braço mesmo ali até à ligação à clavícula.

 

O que eu tenho vindo a notar é que quem dá apenas a mão é muito mais respeitado pelos outros, porque existe como se fosse uma aura de pseudo-medo, então não existem respostas tortas, nem aquela ideia do "ah ele não se vai importar de fazer isto".

 

Quem dá o braço acaba por não o dar mas sim por o ver devorado por um tubarão branco assassino. Por uma pessoa ser mais descontraída, mais relaxada em termos de relacionamento, as pessoas normalmente confundem o à vontade com o à vontadinha. E abusam, respondem torto quando estão num dia mau, acham que podem fazer mil e uma coisas só porque a outra pessoa é uma porreira e não vai ficar chateada.

 

Pessoalmente sou muito reclamão no trabalho. Reclamo com tudo e todos, sejam meus superiores ou não, sendo que claro tento por um sorrisinho mais bonito (mas muitas vezes nem isso consigo) se for o meu patrão mas não deixo de reclamar.

 

Agora por quem eu não tenho respeito nenhum é por aquela pessoa que só tem os tomates para mandar bocas a quem não está acima dela.

 

Ou seja, aquela pessoa que com os superiores é toda fofinha e querida e se tiver alguma coisa para dizer não diz, mas depois para o colega porreiraço manda-lhe uns projecteis porque acha que pode.

 

Só que ser-se simpático e amoroso não é sinónimo de fraqueza, mostra simplesmente que queremos um local de trabalho harmonioso e tranquilo.

 

O que muitos se esquecem é que todos somos moedas de duas faces, e aquela pessoa que não partia um prato se for levada ao extremo pode partir o serviço de jantar inteiro.

 

Fica então esta minha pergunta, será que devemos no trabalho evitar muitas confianças e manter uma distância de segurança das outras pessoas?

 

Será mais seguro dar apenas a mão para não vermos o braço ser comido?

All I want for Christmas is… tudo o que havia na Pastelaria Batalha!

27.11.18, Triptofano!

Update: Workshop Pastel de Nata na Pastelaria Batalha

 

Olá amigos do Triptofano,

 

Espero que todos já tenham tomado o pulso ao Natal que aí vem e ouvido pelo menos uma vez a música do “All I want for Christmas is…”- vocês sabem. É que neste sábado passado estive no Primeiro Lanche de Natal do Ano da Pastelaria Batalha, ali ao Chiado, e adivinhem lá…? O Triptofano não foi!!! E então, comi a dobrar. Por mim, e por ele.

 

Tenho desde já de vos dizer que se aquilo não era o paraíso não sei o que seria, a começar pela porta. Quando se chega à Pastelaria Batalha somos presenteados com uma original árvore de natal de bolos-rei. Uma ideia original que eu acredito que – a ser replicada cá em casa – não durava do pequeno almoço até à noite.

 

Pastelaria Batalha - Primeiro Lanche de Natal

 

Mas, vamos a factos. Quando se descia para o principal salão da Pastelaria Batalha, e depois da árvore de Natal de bolos-rei, esperava-nos nada mais, nada menos do que a montra inicial com as mais diversas queijadas e pastéis. As de Lisboa, as de requeijão, etc., ladeadas pelo premiado bolo rei. Se aí se pararia para pedir um refresco (clássico como eu, mantive-me pelo delicioso sumo natural de laranja), dois degraus distávamos da nobre mesa, impecavelmente posta e decorada com tudo a que um Natal em família nos concede.

 

Pastelaria Batalha - Primeiro Lanche de NatalPastelaria Batalha - Primeiro Lanche de NatalPastelaria Batalha - Primeiro Lanche de Natal

 

Filhoses, bolo brigadeiro, bolo rei, croquetes de ovo, rabanadas, sonhos, azevias de grão, tarte de amêndoa, molotof, semifrio, trouxas de ovos, lampreia de ovos, coscorões, bolo rainha, broas castelares, tronco de Natal e ainda uma outra mesa repleta de salgados!

 

Pastelaria Batalha - Primeiro Lanche de NatalPastelaria Batalha - Primeiro Lanche de Natal

 

Há, no entanto, duas coisas que não me vão sair da memória: a frescura do tronco de Natal e do bolo rei e ainda o tempo para as fotografias.

 

Pelo lado do tronco, o sabor, o chocolate no nível perfeito de açúcar, o contraste com o pão de ló (eu sei lá!) era daqueles de lamber os dedos. Quanto ao bolo rei, percebo agora porque o premiaram. Fofo e macio, bem recheado, com poucas frutas cristalizadas (como a minha geração gosta! – há por aí alguém que ame as frutas? ), enfim, um extraordinário bolo rei. Se ele já é assim, nem o consigo imaginar ao fim de 3 dias, torrado, com manteiga (sim, apontem a dica que eu aprendi por lá para experimentar em casa).

 

Mas, esperem, que eu não vos disse qual seria a segunda coisa que não me sairá da memória! E essa será, nada mais, nada menos do que o tempo! De entre tantos convidados, o mais engraçado foi que os primeiros 40 minutos do dito Lanche serviram para tirar fotografias. Até que alguém, sem vergonha vejam bem, e apesar de essa ser a vontade de todos, retira com toda a mestria uma pata de caranguejo e inicia a sua devoração atrás de uma zona menos visível da sala. Claro está que era esse o sinal que todos buscavam. A partir daí, acabaram-se os complexos de jet set e começou o morfes.

 

Consegui, no final, antecipar o modus vegetativus gordini em que entraremos em menos de 30 dias. O teste está feito.

 

O tempo que passámos na Pastelaria Batalha foi excepcional, em boa companhia e com boa comida, a ser guiados por todas as pecaminosas delícias pelo João Batalha, o proprietário.

 

Para quem, como eu, não sonhava que tamanha maravilha deste mundo gastrófilo lisboeta se concentrava numa pequena porta do Largo Camões, fica a certeza de que lá voltaremos em breve. 

 

Mesmo que o Triptofano tenha, de novo, de trabalhar.

 

O Cara-Metade

 

Pastelaria Batalha - Primeiro Lanche de NatalPastelaria Batalha - Primeiro Lanche de NatalPastelaria Batalha - Primeiro Lanche de NatalPastelaria Batalha - Primeiro Lanche de NatalPastelaria Batalha - Primeiro Lanche de Natal

 

 

Pastelaria Batalha Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Outra vez arroz?

26.11.18, Triptofano!

Eu que culpava os utentes que me rogavam pragas por não lhes vender o antibiótico dos três dias sem receita médica pela minha progressiva perda de cabelo, venho a descobrir que afinal não são eles os maus da fita (apesar de me deixarem com os nervos em franja quando apontam o dedo em riste e dizem que vão a outra farmácia se eu continuar a armar-me em difícil!).

 

Existe alguém, quiçá um grupo organizado, que quando eu não estou atento me arranca folículos pilosos da cabeça, usando-os para fazer um boneco voodoo especialmente direccionado às minhas finanças.

 

Lembram-se daquela história do workshop que eu paguei e que depois para ver o dinheiro de volta foi uma complicação?

 

Recordam-se que disseram que eu devia ser uma pessoa paciente e fofinha e tudo e tudo e tudo, porque às vezes nas empresas só há uma pessoa encarregue de fazer transferências e coitadinhos deles não é por mal?

 

Pois bem, eu qual personagem bíblica que dá a outra face, resolvi comprar novo workshop (mas noutra empresa que eu sou boa pessoa mas não tanto) para oferecer ao Cara-Metade.

 

Era um workshop de sushi e sashimi que custou a módica quantia de 150 euros.

 

E pronto vocês já sabem como é que esta história acaba não sabem?

 

Basicamente o workshop não se realizou e apesar de me terem dito que o dinheiro seria imediatamente restituído, estou à espera de ver os meus benditos euros desde dia 17, altura em que enviei esperançoso o meu NIB!

 

Esperei calmamente uma semana e nada, nem rasto dos 150 euros, por isso decidi mandar um e-mail.

 

Não responderam.

 

Mandei SMS a perguntar como é que parava a situação.

 

Muitas desculpas que andavam muito atarefados e bla bla bla que iam perguntar ao Chef como é que ele queria fazer (então mas se não ia haver workshop o que é que tinha o Chef a ver com o assunto?) e já me diziam alguma coisa.

 

Até hoje (a mensagem foi no sábado) nem uma palavra.

 

Ligo para a senhora que tem o meu dinheiro refém e não atende ou possui o telefone desligado.

 

Isto não é de deixar uma pessoa fora de si? Não é de fazer questionar se ainda há gente com ética de trabalho neste país?

 

Será que as pessoas não se preocupam com a publicidade negativa? Ou acharão que num mundo cada vez mais digital as pessoas não falam umas com as outras e publicam reviews consoante a experiência que tiveram?

 

Minha gente fofinha e amorosa da blogosfera, tudo a dar as mãos e a fazer uma oração para que o meu dinheiro volte são e salvo, está bem?

 

Fazem isso por mim?

Uma Pizza de 50 cms dá para quantas pessoas?

24.11.18, Triptofano!

Digam-me de vossa justiça, uma pizza maxi de 50 cms dá para quantas pessoas?

 

Uma família de 4? Para os vizinhos todos do prédio? Ou conseguem enfardar uma inteira sem pedir ajuda e com zero remorsos por terem desenvolvido mais um pedaço de placa aterosclerótica?

 

Ontem cheguei tarde do trabalho e o Cara-Metade, por estar adoentado, não tinha tido disposição para fazer nada para jantar.

 

Como as nossas reservas alimentares resumiam-se a bolo e gelado decidimos que tínhamos de ir comer a algum sítio.

 

De forma a combater os ligeiramente altos níveis de colesterol que supostamente tenho, disse-lhe que deveríamos ir a local saudável, por isso escolhemos ir comer pizza (que é algo saudável se escolherem os ingredientes certos ok?).

 

O Cara-Metade já me tinha falado imensas vezes do Mr. Pizza, e de como as pizzas de 50 cms deles eram pecaminosamente boas, por isso fomos ao Strada Outlet (um dos locais onde existe esta pizzaria) em busca do nosso jantar.

 

É engraçado como apesar dos preços serem em conta e da qualidade da comida ser muito boa, há muito pouca gente no Mr. Pizza em comparação com outras marcas de restauração mais conhecidas, algo que acabou por me beneficiar porque o tempo de espera foi relativamente curto.

 

O atendimento é, digamos, peculiar.

 

Não é antipático, mas também não é assim muito simpático, sendo que os colaboradores estavam um bocadinho picados entre si, e apesar de perceber que há sempre colega que nos deixa à beira da loucura isso não deve transparecer para o cliente.

 

O mais surreal foi quando eu estava a tirar uma foto a uma pilha de caixas de pizzas e fui questionado com alguma violência se eu estava a tirar uma foto à funcionária.

 

Eu sei que o direito de imagem é algo sério, mas além de não estar a tirar fotos a nenhuma pessoa, mesmo que estivesse não é que eu as fosse vender à Caras ou à Flash!

 

O meu conselho para a funcionária que me abordou - menos fogo nessa vagina minha senhora, ok?

 

Mr.Pizza

 

As pizzas são gigantescas, e transportá-las pode ser uma tarefa complicada para quem tenha braços pequeninos.

 

O meu conselho é ignorarem todas as pessoas que olhem de lado para vocês e estejam mentalmente a chamar-vos de gordos quando a estiverem a transportar para o carro (caso decidam ir comê-la na pacatez do vosso lar) - essas pessoas na realidade estão é cheias de inveja (e provavelmente de fome).

 

Mr.Pizza

 

Li vários comentários a dizer que as pizzas eram boas mas muito gordurosas.

 

Presumo que as pessoas que dizem isso são as mesmas que depois vão enfardar um churro a pingar óleo e não se importam.

 

Não são gordurosas minha gente, não se preocupem com esse mito.

 

São sim feitas com uma massa fininha (não vão ficar embuchados com tanta massa) e com uma quantidade generosa de ingredientes de qualidade, que vão ser a alegria das vossas papilas gustativas!

 

Eu e o Cara-Metade escolhemos duas pizzas (não me julguem ok? precisava de levar almoço para hoje!!!), uma Mr. Pizza, com fiambre, cogumelos frescos, gorgonzola, ovo, chouriço e presunto, uma bomba proteica com um saborzinho picante q.b. mas extremamente gulosa e impossível parar de comer; e uma pizza Oriente.

 

A pizza Oriente é bastante diferente de todas as outras, porque não leva queijo, sendo composta por frango, natas, cebola e caril, o que resulta numa pizza mais seca e mais estaladiça, com uma textura que inicialmente é estranha pela falta do elemento gorduroso mas a que rapidamente nos habituamos, sendo que o sabor é algo de outro mundo!

 

Mr.Pizza

 

Para vocês terem uma noção da dimensão real destas pizzas observem o tamanho do cortador que nos foi oferecido!

 

Não, não é uma miniatura, as pizzas é que são mesmo grandes!

 

Por isso se vão receber muita gente em casa e não querem gastar uma fortuna, ou se são como eu e descobriram que devem ter uma comunidade de bichas solitárias a viver no vosso intestino, ir ao Mr. Pizza é a opção mais acertada!

 

Mr Pizza - Strada Shopping Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Lierac Premium - A Cura

23.11.18, Triptofano!

Se há coisa que me deixa entusiasmado é o lançamento de produtos cosméticos que realmente são inovadores.

 

E quando chegou às minhas mãos a Cura da Lierac todo eu dei saltinhos e liguei imediamente àqueles consumidores que estão sempre à procura da última novidade para dar as boas novas.

 

Lierac Premium La Cure

Os laboratórios Lierac transpuseram as novas descobertas da medicina regenerativa para a dermocosmética, e criaram uma sinergia entre a Proteína da Imortalidade e a Proteína da Juventude (agora é que vamos viver até aos 280 anos sem uma ruguinha que seja!).

 

A proteína da imortalidade é a FOXO, que está encarregue da regeneração celular.

 

Ela é basicamente a torre de controlo das célula estaminais, garantindo o seu funcionamento óptimo de forma a estimular a regeneração dérmica e epidérmica e a reconstruir tecido cutâneo, o que vai levar a um maior número de células jovens.

 

A proteína da juventude (esta sendo a grande descoberta actual) é a GDF-11.

 

Ora a GDF tem a capacidade de fazer um rejuvenescimento celular revertendo o processo de senescência. Ou seja, ela pega nas células envelhecidas e confere-lhes as características e funções das células jovens! (fantástico não é?)

 

A combinação destas duas proteínas dá origem à Cura da Lierac Premium, que promete células regeneradas e revitalizadas, como que 11 anos mais jovens!

 

Além destes dois componentes de peso a Cura ainda é constituída por Niacinamida (Vitamina B3), que é um revitalizante que dá um boost energético, sendo que tem um papel importante na produção de ATP a nível da mitocôndria; por Flores Negras - orquídea, papoila e rosa - que conferem propriedades anti-oxidantes; e pelo concentrado HYALU-3, um componente activo exclusivo Lierac à base de ácido hialurónico, que vai reforçar a acção anti-envelhecimento.

 

A fórmula da Cura foi desenvolvida em colaboração com a universidade de Harvard, utiliza uma tecnologia dupla fase encapsulada e em termos sensoriais é muito agradável, porque ao colocar-se sente-se a frescura da água seguida do conforto duradouro do óleo.

 

Como é que se usa o produto?

 

Apesar de se poder usar durante todo o ano, a Cura foi desenvolvida como um shot de beleza.

 

Por isso a recomendação é usar-se três meses por ano, de manhã e à noite como sérum.

Ou seja depois da limpeza do rosto e antes do creme diário, colocar uma porção na mãozita e espalhar na cara (e se quiserem no pescoço e decote).

 

Aqui a minha pessoa já experimentou o produto porque veio um tester para a farmácia e obviamente que não ia perder a oportunidade de poder ficar com umas células mais novas (mais um bocadito e ficava com células menores de idade!).

 

É agradável, a textura realmente é fresca ao aplicar e depois deixa uma sensação de conforto, não causa desconforto cutâneo e não possui nenhum cheiro demasiado acentuado.

 

Por isso para todos aqueles que estão à procura de um produto capaz de combater o envelhecimento celular, sejam homens ou mulheres, a Cura é o produto adequado para vocês, sendo que não há nenhuma idade específica para utilizar este produto!!

 

Já experimentaram? Gostaram? Partilhem comigo a vossa experiência!

 

Lierac Premium La Cure

 

 

Famílias Frente a Frente - Inscrições no Programa

23.11.18, Triptofano!

Quando um amigo meu que trabalha em televisão mandou-me uma mensagem a perguntar se eu queria participar no FFF a minha primeira reacção foi de escândalo.

 

Uma pessoa lança para a Internet uma sneak peek de uma nude e pronto, fica logo conotada negativamente, surgindo propostas para participar em programas desavergonhados.

 

Quando ele disse-me que afinal FFF significava Famílias Frente a Frente (em inglês Family Food Fight) fiquei mais tranquilo, porque nem vos digo o que é que a minha mente associou às siglas, mas certamente conseguem imaginar!

 

Pensei logo numa equipa ganhadora, eu, o Cara-Metade, a minha Mãe e o Macaco José.

 

A minha Mãe desempenharia o papel de  pessoa com mais experiência e que sabe aqueles truques de antigamente, como pregar um susto aos ovos para eles se descascarem num instante ou passar as cenouras peço buço para elas ficarem mais macias; o Cara-Metade seria o líder, representando o conhecimento mais actual e gritando com toda a gente caso estivéssemos uma décima de segundo atrasados; eu levaria uma t-shirt a fazer publicidade ao blog para ver se aumentava o meu número de visualizações diárias e se arranjava um patrocínio de uma marca de bens alimentares que eu sou pessoa que ando sempre com fome; e o Macaco José seria o elemento fofinho da equipa distraindo as outras equipas com toda a sua adorabilidade.

 

Este pareceu-me o plano perfeito assim durante 15 segundos até que tive de sair do mundo dos sonhos e encarar a realidade.

 

A minha mãe ao saber que entraria num concurso  ficaria tão nervosa mas tão nervosa que nem uma cebola iria ser capaz de descascar; o Cara-Metade provavelmente continuaria imperturbável nas suas capacidades culinárias mas iria-se espumar ao ver que dava ordens e ninguém tinha capacidade de as cumprir; eu teria que deixar de fazer publicidade ao blog, pegar numa faca para ajudar a equipa e quando desse por ela já tinha menos um dedo (talvez se fizesse uma sessão fotográfica do dedo amputado no blog tivesse um pico de visualizações), e o Macaco José iria passar o tempo todo a colocar amaciador no pelo e a comer bananas.

 

Mas lá por eu não ter as capacidades para participar neste programa não quer dizer que vocês não o possam fazer.

 

Não há nenhum limite de idade (a idade mínima são 15 anos) e as equipas podem ter até 4 elementos!

 

Por isso peguem nos vossos pais, filhos, tios, sogras, noras, cunhados, amantes que insistem em dizer que são apenas professores lá no ginásio da junta, e inscrevam-se!

 

Toda a informação necessária pode ser encontrada aqui!

 

Agora já sabem, se participarem depois mandem-me mensagem que é para eu torcer por vocês!!!

 

Famílias Frente a Frente

 

 

Aquele Lugar que Não Existe

22.11.18, Triptofano!

Antes de mais, tenho que referir que quando visitei o Aquele Lugar que Não Existe ainda estava um calor bastante agradável, e não esta chuva que nos molha as meias e deixa os pés ensopados o dia todo.

 

Não foi assim há tanto tempo como isso a minha visita, mas é importante dar-vos esta informação para perceberem este meu post e não acharem que eu fiquei maluco da cabeça ou ando a inventar coisas.

 

Aquele Lugar que Não Existe é um restaurante em Marvila que apesar de ter perfil no Zomato e aparecer no Google Maps continua supostamente a não existir.

 

Isto porque, quando lá chegamos e somos recebidos de uma forma extremamente afável - todo o staff é muito simpático tenho a dizer - a primeira coisa que nos pedem é para não tirarmos fotos do espaço de forma a não quebrarmos o encanto de quem não conhece e manter um pouco a aura de mistério.

 

É verdade que no Zomato, por exemplo, já existem diversas fotos do espaço, mas eu sou aquele cidadão que se dizem que não é para fazer eu não faço, tal como sou aquela pessoa que num grupo dá logo imensa cana se alguém estiver a cometer uma ilegalidade, visto eu não saber agir com naturalidade nesses momentos ( por isso não contem comigo para um assalto porque eu era logo apanhado no primeiro minuto).

 

Aquele Lugar que Não Existe

(pronto, fui um rebelde e tirei uma foto ao chão!!!)

 

O espaço do restaurante é um armazém gigantesco e realmente a decoração é algo que roça o surreal, com estatuetas, mesas e cadeiras de diferentes nações e até malas penduradas no tecto, que nos fazem pensar se terá passado por ali algum furacão.

 

Só que apesar de ser enorme e haver inúmeras ventoinhas, nos dias de maior calor o espaço torna-se um pequeno inferno devido à existência de dois fornos de lenha, elevando a temperatura ambiente pelo menos uns 10 graus Celsius.

 

Eu sei que há quem goste deste calorzinho abafado, até é bom para eliminar toxinas, mas eu juro que pensei que tinha entrado numa andropausa super precoce.

 

Eu suava, e suava, e voltava a suar, e enquanto perdia litros e litros de água pelos meus poros só pensava se haveria inhame algures nas imediações porque tinha que estar com uma alteração hormonal do demónio e podia ser que comendo um saco cheio dos tubérculos conseguisse estabilizar a coisa.

 

Se eu sofria o Cara-Metade era todo ele uma poça de água - o que nos valeu foi ficarmos perto dos sumos de fruta, com combinações deliciosas, fresquinhos mas um bocadinho puxadotes no açúcar!

 

Só nós dois devemos ter bebido umas quatro garrafas.

 

No Aquele Lugar que Não Existe paga-se um valor e come-se tudo o que se puder enfiar no bucho (como eu adoro isto) sendo que a água e o sumo natural estão incluídos, podendo-se optar por um copo de vinho (o segundo e seguintes já se pagam à parte!).

 

Existe um rodízio de pizzas romanas, com massa fina e estaladiça, que vão sendo trazidas à mesa consoante saem do forno.

 

Com combinações interessantes, as pizzas são deliciosas, mas se forem apenas por causa deste prato ou sequestram logo uma pizza inteira quando ela passar pela vossa mesa ou podem ficar a mastigar em seco, já que o ritmo de confecção das mesmas não é o mais rápido.

 

Para lá das saladas, batatas e arrozes desta vida, a grande surpresa é a estação de comida indiana.

 

Variada, saborosa, extremamente bem confeccionada e com muita abundância, esta zona é de fazer realmente perder a cabeça - recomendo vivamente o Korma de Frango!

 

Encham o vosso prato com um bocadinho de tudo, repitam umas quatro ou cinco vezes, e vão ver que ficarão extremamente satisfeitos! (pronto talvez não precisem de repetir quatro ou cinco vezes, eu é que sou um bocado poço sem fundo....)

 

Não gostam de pizzas? São alérgicos a comida indiana?

 

Não percam a esperança porque existe uma estação de Kebabs!

 

Feitos na hora em forno de lenha (não se sentem perto desta zona a não ser que queiram literalmente derreter) os Kebabs são bem apetrechados e muito deliciosos.

 

O colaborador vai-vos explicar tin-tim por tin-tim como é que podem elaborar o vosso Kebab, e se forem galifões como eu vão ignorar quando ele disser que aquele molho verde é extremamente picante e se calhar não o deviam escolher.

 

Depois quando o começarem a comer vão sentir toda a vossa boca a arder, a garganta a arder, o intestino delgado a arder e até alguns órgãos vestigiais que já nem sabiam que tinham.

 

Por isso afastem-se daquela coisa verde picante - não digam depois que eu não avisei!

 

Pelo que tenho lido, parece que agora há a possibilidade de pagar mais um X e ter acesso a um buffet de sobremesas.

 

Quando eu visitei o espaço não existia essa opção, sendo que a única sobremesa disponível era fruta.

 

Eu sei que a fruta é saudável e cheia de antioxidantes e essas coisas todas, mas uma pessoa quer é enfardar um bolo cheio de creme que nos aumente a diabetes para 400.

 

É que ainda por cima no dia da minha visita a fruta estava toda com um ar muito passado, como se estivesse a sofrer de depressão crónica. Salvaram-se as uvas que deviam ter tomado um Prozac e estavam mais arrebitadas.

 

Espero sinceramente que o buffet de sobremesas actual seja algo de encher o olho, porque se for para pagar mais pela mesma fruta deprimida é um verdadeiro assalto à carteira.

 

Conclusão, se esquecermos a parte da sobremesa, todo o resto da comida é extremamente bem confeccionada e saborosa, o atendimento é perfeito e o espaço é visualmente agradável, sendo que agora neste tempo mais frio os fornos a lenha são algo extremamente apetecível.

 

Fica apenas o aviso, se o Verão de São Martinho vier atrasado e o calor regressar em força é melhor irem de calção, t-shirt e havaiana no pé, a não ser que queiram experienciar um all you can eat em ambiente sauna!

 

Aquele Lugar Que Não Existe Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Super Drags

22.11.18, Triptofano!

Encontrei no Netflix o meu novo guilty pleasure - mas infelizmente é um pleasure de apenas cinco episódios com aproximadamente 20 minutos cada.

 

Super Drags é o sonho de qualquer pessoa que tenha crescido fascinado com as Navegantes da Lua, só que numa versão para adultos, com linguagem imprópria, cenas ligeiramente mais propícias a chocar e muitas referências à cultura popular brasileira.

 

A série de animação conta a história de três amigos homossexuais que trabalham juntos num shopping, mas que para salvarem a comunidade LGBTQ (e mais uma data de letras) do Brasil transformam-se nas Super Drags Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim, com direito a transformação em câmara lenta enquanto voa glitter por todos os lados.

 

Tal como nas Navegantes da Lua, existem super-poderes como uma Boa chicoteante ou um Campo de Forças Preservativo, há monstros demoníacos cujo objectivo é roubar a energia do highlight de todas as bichas para entregar à vilã de serviço Lady Elza e muitos momentos comicamente constrangedores.

 

No entanto Super Drags é mais que uma série de animação feita para chocar, é um estalo de luva branca a um país que se confronta com um possível retrocesso gigantesco nos direitos LGBTQ, sendo um grito de visibilidade de forma a deixar bem claro que só pelo facto de quem está à frente do Brasil não gostar não é por isso que a diversidade vai deixar de existir ou sequer de se expor.

 

Além de abordar temas relacionados com a discriminação externa, como a rejeição por parte dos progenitores após o Coming Out ou as polémicas e imorais clínicas de reabilitação homossexual, a série coloca o dedo na ferida relativamente à discriminação interna, algo cada vez mais gritante dentro da comunidade.

 

O facto de haver padrões de beleza e comportamento considerados mais atraentes dentro da comunidade homossexual cria uma falta de auto-estima avassaladora a todos aqueles que consideram não se encaixar.

 

E quando uma pessoa sente que já não pertence na totalidade à sociedade e descobre que também é excluída do seu grupo minoritário, as consequências a nível psicológico podem ser devastadoras.

 

Super Drags é para ver de forma relaxada e sem pudores, mas também para reflectirmos acerca do mundo ao nosso redor e perceber que a comunidade LGBTQ não é apenas um punhado de pessoas confusas das ideias que precisa de levar com um chicote no lombo ou ser colocada num barco sem fundo.

 

E se nenhum destes argumentos foi suficiente, fica a informação que quem dá a voz e talento à personagem Goldiva, a Diva de todas as bichas, é nem mais nem menos que Pablo Vittar, a super estrela que está preparada para arrasar e realmente arrasa nesta série!

 

Super Drags

Man Versus Food

21.11.18, Triptofano!

Descubram como foi a minha segunda visita no Sopa no Pão e se consegui bater o meu record de 15 pães!

 

Este post é para todos, mas é especialmente dedicado a quem possui como objectivo de vida conseguir enfardar a maior quantidade de comida possível no menor intervalo de tempo.

 

Para aquelas pessoas que devoram hambúrgueres de 50 euros em menos de uma hora para não os terem de pagar, para aqueles que possuem a sua imagem afixada na porta dos rodízios de sushi porque sempre que lá vão dão prejuízo à casa, para quem compreende que um brunch das 11 às 15 horas é para chegar às 11 e sair às 15 sem nunca parar de comer.

 

Neste último sábado eu e o Cara-Metade fomos ao Sopa no Pão, no Campo Pequeno, um restaurante do qual já tinha ouvido falar bastante pelo facto de todos os seus pratos serem servidos num pão.

 

Apesar de se chamar Sopa no Pão a verdade é que só existem realmente duas sopas, a da Pedra e a de Peixe, tudo o resto são pratos com inspiração nacional e internacional.

 

O que eu desconhecia era que o sábado era dia de rodízio, ou seja, por um valor estupidamente baixo temos acesso a provar numa versão mais pequena um número quase infinito de pratos, sendo que ainda nos oferecem uma limonada para não ficarmos muito embuchados.

 

Normalmente os rodízios nunca são aquilo que nós queremos, ou seja, não é vir comida para a mesa sem parar, a maior parte das vezes temos que pedir mais uma dose ou temos de superar o constrangimento quando o empregado pergunta se ainda não estamos satisfeitos.

 

Aqui é totalmente o contrário.

 

Os pratos voam para a nossa mesa. É o empregado que nos pergunta se quer que a cozinha abrande o ritmo. E quando já estamos a ficar cheios é ele que faz um olhar triste e nos diz que ainda não provámos isto, e aquilo, e mais aquele outro que é tão bom (e nesta altura uma pessoa já nem sabe onde se meter com tanta comida à frente).

 

Eu comi muito minha gente. Eu comi mesmo MUITO!

 

Eu sei que talvez o segredo seja não comer o pão, mas o pão é tão bom, é tão delicioso, fica tão incrivelmente espectacular com a molhanga que eu comi-o quase todo (vá, em alguns pratos só marchou metade).

 

No fim foram 15 pães recheados de coisas boas que eu enfardei!

 

A certa altura achei que estava no Man Versus Food, porque já estava numa fase em que tinha de utilizar todo o meu auto-controlo para não vomitar tipo dragão enfurecido enquanto continuava a comer ser parar.

 

Sei que deixei uma má impressão, não aos funcionários do restaurante que ficam satisfeitos em ver alguém a atingir níveis de colesterol acima dos 300, mas aos outros clientes, que olhavam para mim como se eu fosse um ser do espaço que não via comida há 1478 anos!

 

O Cara-Metade acompanhou-me mais ao menos até meio do percurso, depois desistiu e passou só a provar pequenos pedaços do meu, o que me provou mais uma vez que se um dia quiser entrar numa competição de enfardamento tenho de encontrar alguém com mais skills do que ele (se ele ler isto vou dormir no sofá durante a próxima semana).

 

Antes de falar sobre a qualidade da comida vejam as fotos.

 

Basta passarem com o rato (ou o dedo, ou a caneta xpto da batata) sobre elas para verem a descrição!

 

Sopa no Pão - Limonada

Sopa no Pão - Frango Barbecue

Sopa no Pão - Frango Cheddar

Sopa no Pão - Chouriço com Cebola

Sopa no Pão - Almôndegas

Sopa no Pão - Frango com Guacamole

Sopa no Pão - Ravioli

Sopa no Pão - Mexilhões

Sopa no Pão - Porco Barbecue

Sopa no Pão - Frango Agridoce

Sopa no Pão - Sopa de Peixe

Sopa no Pão - Goulash Húngaro

Sopa no Pão - Sopa da Pedra

Sopa no Pão - Caril de Peixe e Marisco

Sopa no Pão - Currywurst

Sopa no Pão - Chilli com Carne

 

Acham que foi muito?

 

Incrivelmente se eu continuasse a pedir mais tinha vindo, mas provavelmente nessa altura teria que ser o INEM a levar-me para o hospital mais perto.

 

O mais surpreendente de tudo, é que a comida era boa!!! Mas muito boa mesmo. Bem confeccionada, bem temperada, com sabores surpreendentes, foi uma autêntica surpresa pela positiva.

 

Às vezes os rodízios pecam na qualidade e tentam compensar na quantidade, mas aqui todos os pratos tinham técnica e amor, sendo uma autêntica delícia fincar-lhes o dente.

 

Os preferidos da noite foram sem dúvida alguma a Sopa da Pedra, o Caril de Peixe e Marisco e o Frango Cheddar, que eram de perder a cabeça.

 

Os menos preferidos foram o Frango Barbecue (senti que faltava ali qualquer coisinha para o elevar, mas também a minha opinião vale o que vale porque nesta altura já estava a rebentar) e o Currywurst (o molho não funcionava completamente como um todo, sendo necessário um ligeiro aperfeiçoamento), mas mesmo estes estavam bastante agradáveis.

 

No fim não houve espaço para sobremesa, eu sei que parece impossível ainda por cima tendo elas tão bom aspecto, mas a única coisa que eu conseguiria ingerir seria um pudim de Eno ou um gelado de Guronsan.

Não havendo limitei-me a rebolar para fora do restaurante.

 

Sopa no Pão

 

O Sopa no Pão é um lugar fantástico para visitarem, em dias de rodízio ou não, com uma equipa incrivelmente simpática, sendo que é aconselhável fazerem reserva porque o espaço não é muito grande e tende a encher.

 

Se são aquele tipo de pessoas que querem ir a um restaurante e saírem quase em coma alimentar então próximo sábado marquem lugar no Sopa no Pão - afinal quando é que foi a última vez que vos desiludi? (sff não respondam porque se não lá se vai a minha pouca credibilidade que me resta!)

 

Sopa no Pão

 

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