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Triptofano

O teu aminoácido essencial!

O que de Verdade Importa (contêm Light Spoilers!)

04.10.18, Triptofano!

Ontem fui ver o filme O que de Verdade Importa.

 

Fiquei contente por saber que os lucros vão reverter para o IPO de Lisboa e do Porto, porque o filme em si minha gente, hmmmmm, digamos que é ligeiramente sofrível.

 

Tem piada em algumas partes é verdade, mas a história é tão simples que parece que estamos a ler um livro do Nicholas Sparks, daqueles em que na terceira página já sabemos como é que vai acabar.

 

Os actores são giros e com um ar saudável, mas as suas capacidades de representação parecem um bocadinho rudimentares.

 

A única coisa que realmente salva o filme é o Batman, o Border Collie mais fofo do universo, que só apetece agarrar e beijar e levar para casa.

 

Agora digam-me se sou eu que vivo alheado da realidade, mas não é assim um bocadinho a gozar com o movimento feminista o facto de uma mulher ter de fingir que é lésbica para evitar ser assediada por um homem?

 

Não é suficiente dizer não obrigada, não estou interessada, para as coisas não evoluírem?

 

Ou os homens são aqueles bichos do mato que vão pegar num pau e dar uma cacetada na cabeça da mulher para a levar para a cama?

 

Já nem falando que acho que é condenável tratar a homossexualidade feminina com esta leviandade.

 

Ai sou lésbica, ai afinal não sou, mentirinha!!!!

 

Se era para a moça abrir as pernas mais valia o ter feito logo no início, para que é que andou a empatar?

 

Síndrome da Desculpabilidade

03.10.18, Triptofano!

Neste post desabafei convosco acerca de possivelmente um dos piores dias da minha vida.

 

Para quem possa ter ficado com dúvidas o que se passou não se prendeu com a minha vida pessoal, mas sim com a laboral.

 

Senti-me atacado, humilhado e desconsiderado, mas felizmente já consegui reorganizar as minhas ideias e energias e na medida do possível, passar por cima do assunto.

 

Só que o grande problema para mim, desde que me lembro, é sofrer do síndrome da desculpabilidade.

 

Saber perdoar mostra inteligência, desenvolvimento pessoal e reconhecimento que o rancor é uma faca que nos fere mais a nós do que aos outros.

 

Ser portador do síndrome da desculpabilidade é um bilhete em primeira classe para batermos com a cabeça na parede uma e outra vez.

 

É muito difícil para mim ficar zangado com alguém, e mesmo quando são situações graves e sem retorno, dou por mim a duvidar se o meu afastamento e quebra de ligação foi o mais correcto, se não deveria ter sido mais brando com a minha decisão.

 

O primeiro sintoma deste síndrome é desculpabilizar o nosso agressor, seja a agressão física, verbal ou mental.

 

Acharmos que a pessoa não fez por mal, ou porque estava com o período, ou porque tinha um filho doente, ou porque não dormia há quatro dias, etc, etc, etc.

 

Na minha cabeça consigo sempre encontrar uma explicação para atenuar o comportamento erróneo de certa pessoa, tento colocar-me sempre nos sapatos alheios, mesmo quando já devia estar careca de saber que certos sapatos só nos causam bolhas e trazem fungos entre os dedos.

 

O segundo sintoma é culpabilizar-me a mim próprio para desculpar o outro.

 

Porque é que eu fui tão chato? Porque é que não fiz as coisas como devia? Porque é que não percebi que a outra pessoa precisava de espaço e mesmo assim fui lá incomodá-la? Porque é que tenho de ser tão conflituoso?

 

Mais uma vez nada de bom advém deste tipo de atitude.

 

Por mais que pudesse ter errado não tenho que me culpabilizar para desculpar os erros dos outros. No fim de contas as pessoas podem reagir a estímulos, mas cabe a cada um controlar as suas reacções.

 

O último sintoma é a desdramatização temporal.

 

Sou perito em após alguns dias achar que estou a ser demasiado drama-queen e que afinal toda a discussão não foi assim tão grave, que eu é que sou muito sensível e qualquer outra pessoa não se ia chatear com uma coisa tão pequena, que na realidade eu é que tenho de ser mais paciente porque na verdade já nem me lembro do que me disseram para me sentir ofendido.

 

Basicamente é achar que o passado afinal não foi tão mau como eu o pintei, e talvez devesse era deixar-me de tretas e olhar para o futuro com um sorriso, tudo isto polvilhado com uma pitada de culpabilização pessoal.

 

Não sei se sou a única pessoa a sofrer deste síndrome, mas sei que isto afecta negativamente a minha vida.

 

É óbvio que por um lado permite-me manter relações cordiais a longo prazo sem ter que entrar numa guerra aberta, mas por outro vai perpetuar a ideia de que as acções não possuem consequências.

 

Afinal se alguém me diz toda as barbaridades que quiser e no dia a seguir eu já estou sorrisos e simpatias, que mensagem é que eu transmito? 

 

É muito bonito dizer-se que devemos dar a outra face sempre que levamos um estalo, mas e quando tivermos as duas faces vermelhas a arder?

 

O que é suposto fazermos?

Como manter a cor do cabelo!

01.10.18, Triptofano!

Quando eu era novo, assim com uns treze ou catorze anos, fiquei fixado na ideia de que gostava de pintar o cabelo.

 

Mas não era de rosa, nem azul, nem com um padrão leopardo. O que eu queria era assim um preto com reflexos azuis, algo mais a tender para o Médio Oriente.

 

A minha mãe disse-me que sim tudo bem, que até me ajudava se quisesse, e foi remédio santo.

Como era um capricho de adolescente e como não fui contrariado, rapidamente o esqueci e o meu cabelo permaneceu na cor normal.

 

Quase uma década depois, já com mais que idade para ter juízo, a ideia voltou a instalar-se no meu cerebelo.

 

Para mais, tinha fácil acesso a boas tintas para o cabelo que vendia na farmácia, por isso entre o pensar e o fazer foi uma distância muito curta.

 

Já não era fascinado pelo preto azulado, por isso a cor que escolhi foi um castanho com reflexos acobreados, algo diferente mas não demasiado escandaloso.

 

A pessoa que me ajudou a fazer a coloração foi a minha mãe, a minha querida mãe, que tantos anos depois ainda pondero se devo ou não processar por negligência educacional.

 

É que uma pessoa espera que a mãe seja a voz da razão, seja aquela pessoa que nos afinfe duas bolachadas quando trazemos uma ideia idiota para casa, não aquela que nos encoraja e ainda nos ajuda a fazer um extreme make-over.

 

A única explicação que eu consigo arranjar para o facto da minha progenitora, pessoa sempre pautada pela ponderação, ter embarcado em tamanha aventura, prende-se a um uso excessivo de aguardente.

 

Na altura, a minha pobre mãe sofria de inflamação das gengivas, e a forma que ela tinha de aliviar o incómodo era com bochechos de aguardente.

 

Provavelmente houve algumas vezes em que ela se esqueceu de cuspir o que levou à ingestão de uma elevada quantidade de álcool que lhe toldou o raciocínio e o bom-senso.

 

Quando vi o resultado final da coloração não fiquei muito impressionado, a diferença era mínima.

 

Só um par de semanas depois, ao voltar de umas férias maioritariamente ao ar livre, é que descobri que a parte de cima da minha cabeça estava a pender para o laranja, já que o sol tinha feito desbotar a cor. O sol e as lavagens frequentes do couro cabeludo.

 

Agora imaginemos que eu queria te mantido a minha cor mas continuar a lavar o cabelo todos os dias! Que produto poderia ter usado?

 

O Pré-Champô Phytomillesime Color Locker da Phyto teria sido a minha salvação.

Phytomillesime Color Locker

 

Este Pré-Champô é ideal para cabelos pintados e com madeixas, de forma a evitar que os loiros fiquem amarelados, os ruivos alaranjados (mais ou menos como no meu caso) e os pretos e castanhos com tons avermelhados.

 

Basicamente o que ele faz é fechar a cutícula da fibra capilar, restaurando o escudo protector da mesma, prevenindo que a cor seja eliminada pela lavagem, deixando-a sossegadita no córtex do cabelo.

 

Como uma textura gel em óleo (não sei que mais texturas esta gente vai inventar no futuro) ultra-leve, o Color Locker aplica-se em cabelo seco, da raiz até às pontas, uma secção de cabelo de cada vez.

Espera-se um a dois minutinhos e depois, sem enxaguar, utiliza-se o champô da vossa preferência, mas idealmente que também seja para cabelo pintado.

 

O Color Locker pode ser usado até 3 vezes por semana.

Para quem precise de lavar o cabelo todos os dias a minha sugestão é dar-lhe forte no champô seco com cor da Klorane, produto que falarei brevemente noutro post.

 

Na composição desta pequena maravilha podemos encontrar a manteiga de argão, que nutre e dá força e suporte aos cabelos; o extracto de hibisco (que é fenomenal para baixar a tensão), que hidrata e dá suavidade; o extracto de maçã Red Love®, que preserva a cor e protege a fibra capilar; as flores de macieira e extractos de frutos, que gentilmente fecham a cutícula do cabelo e dão um boost de brilho.

 

Se ainda não estão rendidos fiquem a saber que o Color Locker é Free de tudo, Free de Parabenos, Sulfatos, Silicones, Glúten (não vá alguém engolir um bocadinho do produto sem querer), Óleos Minerais, talco, etc, etc, etc, e mais importante que tudo, Crueldade! 

 

Phytomillesime Color Locker

 

A imagem acima mostra uma experiência que fizeram para demonstrar a capacidade do Color Locker em reter a cor.

 

As garrafas contém a água resultante da lavagem de um cabelo pintado (como é que eles conseguiram que a água não fosse pelo cano abaixo esta sim é a pergunta fulcral!!!), sendo que na imagem de cima usou-se o Color Locker e um champô da mesma gama, enquanto que na imagem de baixo utilizou-se um outro champô para cabelos pintados.

 

Os resultados são visíveis.

 

Enquanto que com o Color Locker a água da lavagem apresenta muito pouca coloração, resultante dos pigmentos da tinta do cabelo, com o champô da outra marca parece que se a pessoa estava a tentar camuflar alguns brancos eles ficaram todos à mostra logo na primeira lavagem!

 

Alguém já experimentou este produto e queira dizer de sua justiça? 

 

 

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