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Triptofano

O teu aminoácido essencial!

Os Halls Pretos e o Sexo Oral

14.03.18, Triptofano!

Depois de muito procurar e quase desesperar, finalmente, graças ao senhor meu irmão, tenho na minha posse os famosos Halls Pretos.

Halls Pretos e Sexo Oral

Para quem desconhece a nova moda no campo dos produtos alimentares com utilidade sexual, asseguram os especialistas que a utilização destes rebuçados durante a prática de sexo oral equivale a uma visita à Gronelândia sem levar roupa térmica vestida.

Segundo o meu irmão, a sensação é equiparável ao arremesso de uma boa quantidade de álcool para cima do pénis, uma comparação que me deixou por momentos preocupado com a saúde do seu órgão reprodutor, já que tenho a leve sensação que aquela piloca já deve ter levado com muita coisa em cima que não era suposto ter levado.

Eu, por enquanto, por mais que me apetecesse, vou ter de deixar em suspenso a experimentação dos tão famosos Halls, porque apesar de já ter melhorado substancialmente das costas, agora ando meio manco duma perna, sem conseguir perceber o que me aconteceu para ter ficado assim.

Pelo andar das coisas, quando estiver apto a recomeçar o frenético ritmo da minha vida sexual pré-mazelas corporais (uma vez por semana na minha idade já é puxado está bem?) já passaram os rebuçados do prazo!

Por aí, quem é que já usou os Halls Pretos para o Sexo Oral? Há algum outro alimento que já tenham experimentado com bons resultados no sexo oral?

Dica de Profissional: Quando usarem os Halls Pretos não se esqueçam que o truque é soprar para a genitália do vosso parceiro, de forma a causar uns arrepios maravilhosos de prazer. Agora tenham é cuidado e não engulam o rebuçado e acabem asfixiados ok?

 

Vejam também: Brazillian Balls: Como evitar mau cheiro durante o sexo anal!Qual a melhor forma de limpar um Sex Toy?

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Ainda sobre a Piscina

13.03.18, Triptofano!

Recebi há umas horas este belíssimo e-mail do Complexo Desportivo da Junta de Freguesa de Benfica.

 

Caro utente:

 

Por motivos de conspurcação, a Piscina da Junta de Freguesia de Benfica encontra-se encerrada hoje, 3ª feira, dia 13 de Março de 2018, entre as 19:00 e as 21:30. As aulas retomarão amanhã à sua normalidade.

Poderá marcar a sua compensação junto dos serviços da Recepção do Complexo Desportivo (adultos) ou do seu Professor (bebés, crianças e jovens).

 

Lamentamos o incómodo causado.

 

Com os melhores cumprimentos,

 

Complexo Desportivo JFB

 

Desde que comecei a frequentar a piscina em Fevereiro, ela já esteve inacessível duas vezes devido a pessoas que vomitaram na mesma. Mas questiono-me se desta vez a conspurcação terá tido dimensões mais épicas!? Será que houve alguém que depois de fazer a preparação para a  resolveu arriscar num banho rápido e acabou por dar uma nova coloração à água?

 

Parado no Trânsito

13.03.18, Triptofano!

Ir à piscina faz-me bem!

 

Apesar de quando acordo de manhã maldizer a minha vida porque podia ficar mais 45 minutos na cama e voluntariamente não o faço, quando estou dentro de água é uma sensação de paz e tranquilidade que compensa o tempo que poderia estar a babar-me compulsivamente nos meus lençóis já ligeiramente mal-cheirosos porque tenho sido demasiado preguiçoso para os mandar à minha mãe de forma a ela colocar em acção as suas artes mágicas e devolver-mos assim fofinhos e perfumados.

 

É verdade que quando acabo as minhas piscinas diárias, volto a amaldiçoar a peregrina ideia de fazer desporto, já que todos os meus músculos gritam de forma agonizante de tão doridos que estão.
 
Para mim, músculos doridos são apenas aceitáveis se forem o resultado de uma valente dose de sexo, e mesmo assim, se o acto de copulação puder ser de ladinho, que é para uma pessoa não se cansar muito, tanto melhor, que isto de fazer posições acrobáticas para perder algumas calorias extra é algo que já está ultrapassado.
 
Na realidade, perder calorias foi sempre algo sobrevalorizado - porque é que não deixamos as pobres das bichas em paz? Elas estão a fazer-nos comichão em algum sítio para nos termos de ver livres delas?
 
Mas estava eu a dizer que a piscina tinha o condão de me transmitir calma, equilíbrio, relaxamento....e volta e meia uma vontade inexplicável de ser preso por tentativa de homicídio.
 
Isto por causa dos engarrafamentos que de vez em quando acontecem no complexo aquático, devido a alguns praticantes que possuem um ritmo assim mais a atirar para o lento, quase parado.
 
Eu bem sei que estou num horário livre, e que as pessoas não são todas obrigadas a nadar à mesma velocidade que eu.
Lembro-me ainda que no começo eu era um desastre, sempre aflito a pensar quando teria de pedir para ligarem para o 112, e se o conseguiria fazer com toda a água que me entraria para a boca mal a abrisse para pedir auxílio, mas com o tempo e o treino fui melhorando de uma forma bastante visível.
 
O que me irrita é porque é que raios pedem às pessoas para fazerem um teste de aptidão se depois há alminhas que me fazem ficar com o coração nas mãos, porque estou sempre com medo que elas se afoguem ali à frente de toda a gente, tão rudimentar que é a sua capacidade de se manter à tona.
 
Depois há aqueles que devem ter-se inscrito nas aulas livres de natação por engano, pensando certamente que estavam no clube das caminhadas.
É normal haver quem em vez de nadar ande aos saltinhos pela piscina fora, causando engarrafamentos monumentais?
 
Se o objectivo é saltar/caminhar/qualquer coisa que mais parece uma convulsão do que propriamente nadar, porque é que não se inscrevem nas aulas de hidroginástica?
 
Mas o que mais me enerva, aquilo que me tira mesmo do sério, o que me faz pensar que tenho de começar a trazer um Xanax sub-lingual no forro dos calções, são os que fazem de propósito.
 
Aquelas pessoas que nadam devagar, e tem gosto em demonstrá-lo mesmo à nossa frente, se calhar com a esperança que tenhamos um enfarte do miocárdio ou coisa similar.
 
São essas pessoas que sabem que eu estou ali a dar tudo por tudo, e que já perceberam que eu faço sempre duas piscinas seguidas antes de uma micro pausa; aquelas pessoas que estão muito felizes na borda da piscina, a ajeitar a touca, e os óculos, e os calções, e a verificarem se não tem calosidades nos cotovelos.
As mesmas pessoas que me vêem a nadar estoicamente na direcção delas, a aproximar-me cada vez mais, a preparar-me para fazer uma cambolhota em pleno movimento hidráulico para depois dar impulso contra a parede e continuar a nadar furiosamente.
 
E são essas pessoas do demónio, que estando eu em plena rotação sub-aquática resolvem começar a nadar de uma forma extremamente lenta, o que me faz quase ficar entravado das costas porque tenho de suspender a minha cambolhota a meio da mesma, para evitar que numa braçada literalmente atropelasse a pessoa e depois lhe sacasse a touca e a enfiasse pela goela abaixo para ver se aprendia boas-maneiras.
 
Claro que há o reverso da medalha, aquelas pessoas fofinhas que quando eu já estou muito perto delas param e me dizem para eu ir em frente.
 
E normalmente quando isso acontece era quando eu estava a precisar de uma pausa um bocadinho maior, mas com a vergonha lá agradeço e continuo a nadar, já com os bofes de fora, a acelerar o máximo possível porque de certeza que a outra pessoa deve estar quase quase a dar-me uma palmada nos pés, e quando finalmente consigo um avanço de meia piscina sinto-me quase a ponto de desmaiar, como se tivesse feito a travessia do Canal da Mancha, mas se desmaio a pessoa aí é que me apanha, e nunca na vida ser o causador de um congestionamento na piscina, por isso é colocar o turbo e sentir os músculos a queimar.
 
Só que tenho de confessar, nas minhas idas à natação existe ainda outra coisa que me está a consumir.
 
Porque é que raio, quando eu estou no balneário a vestir-me descansadamente depois de um treino, concentradíssimo em evitar cair redondo no chão por causa de não sentir as pernas, chegam meia dúzia de senhores de idade que estando o balneário vazio insistem em ir equipar-se mesmo à minha beira?
 
É que preferem ficar todos uns em cima dos outros, correndo o risco de enfiar um cotovelo em cara alheia, só para estarem mesmo em frente ao cacifo, do que irem para uma zona vazia e depois levarem as coisas calmamente para o cacifo sem importunarem ninguém!!!

 

 

Acham que ir à piscina me está a fazer mal?

O que é que eu ganhei com este blog?

12.03.18, Triptofano!

Passaram-se 251 dias desde que comecei este blog.

 

Produzi 269 posts, figuram entre todos esses posts 6170 comentários - metade deles são meus, mas poderiam ser mais se já me tivesse organizado para responder a quem estou eu falta - e recebi 1208 reacções, entre favoritos, ligações vindas de outros blogs, menções dos Blogs Quentes e uma mão cheia de Destaques do Sapo, incluindo um daqueles grandes topo de página e uma entrevista no Como eu Blogo.

 

Recebi 13833 visitas, 48949 visualizações. Criei um Instagram associado ao blog (apesar de estar ligeiramente abandonado), uma conta do Zomato onde dou a conhecer as minhas descobertas gastronómicas.

 

Dediquei inúmeras horas a escrever textos, para os apagar, voltar a escrever e de novo apagar. Tive um pequeno esgotamento quando deixei de saber gerir a pressão que coloquei em cima de mim próprio, para sair dela mais forte e equilibrado.

 

Participei em Tags, pedi ajuda da blogesfera para conseguir chegar a bom porto no desafio à Descoberta dos Bloggers - o qual foi um sucesso - e deixei em suspenso a ideia de um novo blog em cooperação.

 

Partilhei peripécias do meu passado, dilemas do meu presente, interrogações do meu futuro. Abri-me para estranhos acerca de assuntos sensíveis da minha vida. Não tive pudor para retratar aspectos da minha sexualidade. Dei a conhecer algumas das viagens que fiz, por onde andei, o que vi. Esclareci dúvidas sobre a minha área profissional o melhor que pude.

 

Fiquei a conhecer os blogs de outras pessoas anónimas. Ri-me com muitos, indignei-me com outros, em certos casos até verti lágrimas. Tive o meu punhado de desilusões, mas felizmente não foram muitas.

 

Até que chegou uma ocasião, não sei bem como, em que conheci a primeira pessoa anónima em carne e osso. E depois outra, e mais outra. Houve um Jantar de Natal, jantares e almoços que sem ser festivos foram uma festa, cafés para desabafar tudo o que estava cá dentro. Um grupo do Whatsapp repleto de conversas tontas e conversas importantes. E-mails trocados. Mensagens recebidas.

 

E houve pessoas que nunca conheci fisicamente, mas é como se o tivesse feito. Pessoas que tem a capacidade extraordinária de estar onde são precisas, de dar apoio e carinho, de estenderem a mão quando necessitamos.

 

Ganhei muita coisa com este blog é certo. Visibilidade. Algumas potenciais parcerias, mas nada ainda em concreto. A possibilidade de ter um diário que me relembra de tudo o que normalmente tendo a esquecer, o que depois me leva a pensar que a minha vida é um aborrecimento.

 

Mas o mais importante, foi que ganhei Amigos!

 

Amigos que nunca pensei que fosse encontrar de outra forma. Pessoas fantásticas que de outra forma talvez nunca soubesse que existissem. E mesmo que amanhã decidisse deixar de escrever, ia ficar feliz, porque as pessoas incríveis que entraram na minha vida, essas ninguém me as pode tirar.

 

A vocês, a todos vocês que tornaram estes 251 dias algo de único e maravilhoso, o meu obrigado.

 

O meu mais profundo obrigado, vindo do meu coração.

 

Sem vocês, nada disto valeria a pena.

Desafio das 52 Semanas - Semana 10

10.03.18, Triptofano!

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Semana 10: As minhas comidas favoritas são...

 

 

Vamos levar isto para o lado badalhoco da coisa, vamos?

 

Não!!!, este blog, por mais que muita gente secretamente ambicione isso, tem que manter algum nível de decoro, porque se não o fizer corre o risco de nunca ser levado a sério por ninguém!

 

Agora a questão fundamental é: eu quero ser levado a sério por alguém?

 

Parte de mim diz que sim, que tenho de produzir conteúdo digital de relevância, de mostrar capacidades de escrita, de saber expressar uma opinião fortemente estruturada, com argumentos plausíveis e que faça os outros perceber que este espaço não é só despejar ordinarices e toca a andar.

 

Essa parte de diz grita-me que devo falar sobre o meu gosto alimentar numa vertente gastronómica, referindo aos meus leitores que tenho um gosto ecléctico no que toca à comida, ou seja, como tudo o que me cair no prato.

 

Mesmo aquelas miudezas, as texturas mais estranhas, os sabores mais diferentes, tudo é processado agradavelmente pelo meu sistema digestivo.

 

Quando era pequeno questionavam-me sobre o mesmo: Qual é o prato que preferes Triptofano? E eu nunca sabia responder, porque no fim de contas eu gostava era de comer!

 

Agora, se me indagarem qual o alimento que eu mais dificilmente ingiro, a resposta não é complicada, tenho-a na ponta da língua.

 

Couves-de-bruxelas

 

Não consigo adorar tamanha iguaria. O gosto é demasiado acre para o meu paladar, mas sei que fazem bem à saúde e por isso obrigo-me de vez em quando a ingerir algumas.

 

Mas o engraçado é que, uma vez no passado com um ex-ex-ex-ex-namorado (perdoem-me se a cronologia dos ex já está um pouco baralhada) foi-me apresentado um prato da sua autoria que eu comi e fiquei tão bem impressionado que ainda hoje me recordo.

Era uma espécie de gratinado só com couves-de-bruxelas mas repleto de queijo. E o bendito queijo tinha-se imiscuído nas estranhas das couves e o sabor, bem o sabor era divinal. Na realidade o prato era queijo com couves-de-bruxelas e não ao contrário, e provavelmente o meu colesterol subiu em flecha, mas o que interessa é que me ficou na recordação.

 

Este seria o texto que eu daria a conhecer se quisesse ser levado a sério, se quisesse que todos os que me acompanham percebessem que eu até, com algum esforço, conseguiria escrever um artigo de opinião para o jornal do bairro.

 

Mas a outra parte diz que não, que eu não me devia preocupar em ser levado ou não a sério, que o mais importante é a honestidade que transpira de cada palavra que coloco neste blog. E isso é impagável e muitas vezes difícil de encontrar em outros locais.

 

E é essa parte que me diz, que devo partilhar convosco, que as minhas comidas favoritas são quando o ponho na borda do sofá de barriga para cima, lhe dobro as pernas com os joelhos em direcção à face, e expondo-o de uma forma que o coloca à minha total mercê, dou-lhe uma estocada rápida e profunda que o deixa sem ar!

 

 

Três coisas que quase toda a gente se esquece de fazer na sua rotina de beleza...

09.03.18, Triptofano!

 

Sabem que o meu dia-a-dia é estar atrás de um balcão a falar com pessoas, a ouvir experiências, a tirar dúvidas e a dar conselhos.

 

Tão rapidamente posso estar a falar sobre um suplemento alimentar, como a esclarecer uma prescrição ou a debater de forma acalorada qual o creme mais eficaz para certa pessoa.

 

Apesar de gostar de todas as vertentes do meu trabalho, a parte da beleza é algo que me fascina, porque considero que não seja apenas uma vaidade, é algo importante tanto para a saúde física (não são apenas os ossos e o sistema cardíaco que são importantes - então e a pele?) como para a saúde mental (uma pessoa que goste de ver a sua imagem no espelho é automaticamente uma pessoa mais confiante e equilibrada!).

 

Felizmente, os meus utentes estão cada vez mais informados sobre os procedimentos que devem ter relativamente à sua rotina de beleza, mas ainda descubro que quase toda a gente se esquece de fazer três coisa!

 

 

Dar Tempo Aos Produtos Para Serem Absorvidos Pela Pele

 

 

Andamos todos a correr de manhã.

Em 5 minutos conseguimos lavar o rosto, colocar sérum, creme, base, protector solar, tudo em multi-camada. E quando saímos para a rua muitas vezes temos o rosto assim meio a colar, pegajoso. Ou ficaram bocadinhos brancos que não foram absorvidos pela pele. Ou metade do produto desperdiçou-se na palma das mãos.

 

É importante dar tempo aos produtos que usamos para serem absorvidos pela pele, porque se eles não penetrarem devidamente na nossa epiderme então os benefícios que vamos retirar deles vão ser mais diminutos.

E não andar a trocar ordens de aplicação.

 

Colocar o cuidado despigmentante depois do creme hidratante e no fim ainda espalhar uma camada de sérum só porque se está em contra-relógio acaba por ser um desperdício de produto e os resultados não vão corresponder às nossas expectativas a médio-longo prazo.

 

Não estou a dizer para roubarem horas de sono à cama para melhorarem a aplicação dos produtos, mas por exemplo, colocam o sérum, lavam os dentes, espalham o creme, fazem um xixizinho rápido, ah e tal agora a base, vestir, aplicar uma camada de água termal e siga para o pequeno-almoço. É tudo uma questão de encontrarem o vosso ritmo perfeito de aplicação de cuidados.

 

 

Aplicar Creme Na Área Do Pescoço

 

 

Comprámos o creme mais caro da loja, aplicamos religiosamente todos os dias, com uma bela massagem, no sentido contrário ao da gravidade, e sentimos-nos assim poderosos e com a confiança necessária para conquistar o mundo.

 

Mas depois não colocamos nada na área do pescoço e do colo. E um belo dia quando usamos um decote mais acentuado - e não são apenas as mulheres, vejam o exemplo das blusas de mangas cavas decotadas nos homens - descobrimos que a nossa cara não coincide com o nosso pescoço, que está mais envelhecido e sem firmeza.

 

Há cremes específicos para esta região, mas quem não quiser estar a investir dinheiro ou a perder tempo a colocar outro produto diferente, pode e deve usar o seu cuidado diário nesta zona tantas vezes esquecida do corpo.

 

Parece que até ao queixo é território nacional, tudo o que está para debaixo desta fronteira já não tem interesse - um grande erro a meu ver, a não ser que estejam a considerar usar golas altas durante o resto da vossa vida.

 

 

Colocar Protector Solar Nas Mãos

 

 

Primeiro que tudo, o protector solar deve ser posto quinze minutos antes de sair de casa, que é o tempo que o mesmo demora a ficar activo.

 

Segundo, um factor 50 deixa de ser um factor 50 pouco tempo depois de o aplicarmos, e quanto mais tempo passar, menor vai ser a protecção que ele nos vai proporcionar, por isso é que é importante a re-aplicação em dias com maior luminosidade.

 

Em terceiro, a vossa cara pode não ter mancha nenhuma porque puseram protecção solar todos os dias da vossa vida e não se esqueceram de zona alguma do rosto (quantas vezes as orelhas e a cana do nariz são olvidadas), mas se as vossas mãos estão perigosamente a ficar cobertas de sinais castanhos estão-se certamente a esquecer de algo!

 

Tal como a cara, as mãos são das zonas que mais expomos no nosso dia-a-dia.

Por isso não faz sentido algum, depois de aplicarmos a protecção solar, não espalharmos um pouco nas costas das mãos.

 

E aquela conversa de que não está sol, ou que trabalhamos dentro de um escritório não pega.

São os raios UVA que causam o envelhecimento, aqueles que conseguem atravessar as nuvens, por isso mesmo que o dia esteja nublado eles continuam a existir.

 

Se conseguem ver um palmo à frente do nariz, e não é por causa do luar, então há raios UVA a atacarem-vos sem misericórdia. E são também os UVA que atravessam os vidros, por isso a não ser que estejam a trabalhar num cubículo sem iluminação natural, estarem dentro de um edifício não é sinónimo de protecção.

 

Querem o melhor exemplo de todos? Os camionistas! Comparem o lado do rosto que está exposto ao sol e o que está virado para dentro da cabine do camião e depois digam-me o que concluíram.

 

 

Espero que estas dicas tenham contribuído para a vossa rotina de beleza ser ainda mais eficaz e prazerosa! :)

Este Post é (quase) todo sobre a Ana Malhoa!

08.03.18, Triptofano!

Estou atrasado na resposta aos desafios virtuais aqui da blogosfera, mas isso já não é novidade nenhuma, visto que eu estou constantemente atrasado para alguma coisa.

 

Na realidade, já ponderei muito seriamente em mudar o nome do blog de Triptofano, para Melodramas de um Atrasado, pelo menos haveria uma diminuição do número de pessoas que se queixam de não conseguirem pronunciar o nome aqui do espaço sem terem de enrolar a língua toda.

 

O tema da passada sexta-feira para o Desafio das 52 semanas é Pessoas que eu gostaria de conhecer/ter conhecido.

 

E eu aqui vou ser muito honesto, eu prefiro ler sobre a vida de pessoas inspiradoras do que as conhecer em carne e osso. Porque nós criamos uma projecção de uma pessoa que às vezes não corresponde totalmente à verdade, e depois a desilusão é grande.

 

Imaginem que eu agora ia jantar com o Gandhi, primeiro tinha que ser numa altura que ele não estivesse em greve de fome, senão eu ia sentir-me mal a comer meio kg de batatas e o senhor a olhar para mim com ar reprovador.

Depois provavelmente ia haver necessidade de intérprete a não ser que eu quisesse ficar a olhar para ele com um sorriso parvo durante todo o jantar, e por fim, de que é que nós íamos falar?

Será que ele começava logo a desbobinar a história da vida dele? Acharia eu que ele era um convencido? Ficaria chateado por não poder eu dissertar sobre as minhas unhas que me dão cabo constantemente das meias? Seria possível fazer perguntas mais ordinárias como se fossemos best friends sem o ofender?

 

Por isso é que eu prefiro manter a distância das pessoas que me fascinam.

 

Tirando obviamente o caso da Ana Malhoa, que eu ando mortinho, mas mortinho mesmo para a conhecer ao vivo. Já sei que quando isso acontecer, além da selfie que eu tenho de tirar com a moça, o resto da experiência vai ser pautado por mim com um ar de imbecil e um sorriso de semi-atrasado mental a pensar em algo inteligente para dizer, e a acabar apenas por balbuciar um "o meu universo és tu" que nem sequer é uma música dela.

 

Eu sei que tive a oportunidade de lhe demonstrar todo o meu amor no Coliseu, quando fui ao concerto épico que ela realizou, e que um dia irei aqui relatar, mas fiquei com medo, fiquei com pavor que ela olhasse para mim e que não me considerasse digno, e ela que passou tantas vezes ao pé de mim, e eu cheio de inveja das pessoas que iam tirar fotos com ela - que muito honestamente tinham ar de nem serem metade dos admiradores que eu sou!

 

O cara-metade bem me disse, vai lá dar-lhe dois beijinhos. Mas a Ana estava suada, e eu não queria que ela se sentisse desconfortável comigo a aproximar-me dela assim toda hidratada pela água que saía dos seus poros.

Foi esta a desculpa esfarrapada que dei ao cara-metade, mas no fundo eu queria era pegar na cara húmida dela e esfregá-la pelo meu corpo todo e estar mês e meio sem tomar banho. E acabei por não interagir com ela. Dei o meu melhor no concerto, vibrei ao máximo, mostrei que há pessoas com cursos universitários de 5 anos que vivem por esta artista tropical urbana.

 

Este post poderia ficar por aqui, e não era assim nada de muito novo toda esta minha declaração de amor à Ana, mas existe outro desafio em que estou ligeiramente atrasado, que é o Question Day!

 

Há uma questão do NewBorn que é sobre a Ana. E a pergunta é a seguinte:

 

Ora bem, como grande admirador da Ana Malhoa se ela quisesse ter uma aventura sexual contigo, incluído sexo oral a ela, o que farias???

 

Primeiro que tudo, se a Ana Malhoa quisesse ter uma aventura sexual comigo eu acho que desmaiava só pela honra de ela considerar a minha pessoa para tal intimidade.

 

Só que pronto, eu nem andar de mãos dadas com uma rapariga na rua consigo sem me sentir altamente constrangido, parece que é errado, fico logo com eczema, eu nasci gay, sou gay e a não ser que descubram um comprimido para deixar de ser gay e me o enfiem pela garganta abaixo, vou morrer gay.

Por isso, só imaginar ter de tirar a roupa à frente da Ana Malhoa faz-me ficar cheio de suores frios, acho que mais depressa voltava a conduzir do que me despia para ela.

 

É que depois ia tirar a roupa de forma descontraída? De forma sensual? Dançando e rebolando de forma a provocar a moça? E quando ficasse nu ia fazer o quê? Olhava intensamente para ela e dizia-lhe para abusar de mim? Atacava a parte de cima? A parte de baixo? Dizia para irmos fazer agachamentos a ver se a transpiração me excitava um bocadinho?

 

Não Ana, desculpa do coração, adoro-te mas truca truca contigo eu não consigo, talvez te lambesse a axila, mas nada mais, tenho a certeza absoluta que todas as tuas partes intimas devem cheirar a uma mescla de jasmim e rebuçado de mentol, mas mesmo assim não é suficiente para eu me chafurdar lá.

 

 

MAS

 

Recuso-me a que fiquem a pensar que eu não seria capaz de ter uma aventura sexual com a mulher que mais venero neste universo, por isso, apesar de qualquer prática sexual mais tradicional estar fora dos meus limites, eu era capaz de fazer uma coisa com a Ana.

 

Levar Porrada!

 

 

Completamente despido de olhos vendados.

 

 

A Ana chegava e utilizava os cordões dos meus sapatos para atar os meus pulsos atrás das costas, estando depois a outra ponta do cordão atada à base do meu pénis. Assim se tentasse mover os braços automaticamente iria puxar o meu pénis causando-me uma sensação agri-doce de dor.

 

Colocava-me no chão de quatro, totalmente à mercê dela. Ligava a música, de preferência o Dame un Besito, e ao som da batida chicoteava as minhas nádegas nuas com um cinto de cabedal. E só parava quando elas estivessem completamente vermelhas, a ponto de quase sangrarem. Depois esfregava uma pomada de aloé vera enriquecida com vitamina A para regenerar o rabo do seu submisso escravo de pancada.

 

E no fim, mesmo antes de se ir embora, lançava um Rááááúuuuu animalesco enquanto me pregava um estalo gigantesco na cara, deixando-me estendido no soalho, com um sorriso rasgado no rosto e uma belíssima erecção!

Quando é que isto chega a Portugal?

07.03.18, Triptofano!

Por favor meu Deus, por favor, sabes que eu não te peço grande coisa, mas por favor, diz-me que esta maravilha aqui vai chegar a Portugal ainda este ano!!

 

Quem como eu ficou hiper excitado com esta novidade diga-me apenas uma coisa - também perderam uma pinguinha de xixi com tanto entusiasmo ou fui o único?