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Triptofano

O teu aminoácido essencial!

Desafio das 52 Semanas - Semana 8

23.02.18, Triptofano!

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Semana 8: Os melhores filmes infantis que já assisti foram...

 

 

Segurem-se nas cadeiras perante esta revelação chocante minha gente, mas a verdade é que quando eu era criança, raros foram os filmes infantis que eu vi.

 

Por exemplo, nunca vi o Rei Leão, esse filme que 99% da população já visionou! Ficaram chocados? Não podem dizer que eu não vos avisei.

 

Para compensar, vi o Babar, o Rei Elefante, e lembro-me de ficar ligeiramente traumatizado enquanto criança de tenra idade quando logo no início ele agarra-se ao cadáver moribundo da mãe a chorar compulsivamente, e eu qual espelho, abro as torneiras e choro minutos a fio escorrendo cascatas de ranho pelo meu nariz.

 

Recordo-me também de parte do Bambi, onde ele chora sofridamente com a morte da mãe. E mais uma vez eu ranho-me todo e fico com essa imagem na minha memória para sempre marcada.

 

Como podem ver a minha infância foi tragicamente marcada por perdas ao nível das personagens animadas. Talvez isso explique alguns aspectos da minha personalidade presente mas isso ficará para uma análise futura.

 

Agora numa idade mais adulta, redescobri o prazer dos filmes de animação, que apesar de serem feitos maioritariamente para crianças tem mensagens poderosas para os adultos.

 

O que mais gostei de ver nos últimos anos, especialmente por não me ter feito salpicar de fluido nasal as pipocas em pleno cinema, foi o Zootrópolis, uma história muito bem conseguida, com uma imagem visualmente deslumbrante, e com o bónus da Shakira fazer parte da banda sonora.

 

Quem nunca viu recomendo vivamente a visionar este filme. Acho que é impossível não ficar com um sorriso no rosto!

 

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A minha primeira follow friday do ano

23.02.18, Triptofano!

 "Vivo há 20 anos em busca de um sentido para tudo e é isso que faz de mim quem sou."

 

É assim que a Tatiana inicia a sua descrição, e acho que todos nos identificamos com esta busca de um sentido, que tantas vezes nos consome por dentro e tantas outras nos engana, quando afinal descobrimos que o que pensávamos ser o fio condutor da nossa vida afinal não o é!

 

Jovem no documento de identificação, mas com uma maturidade intelectual invejável, ler o blog da Tatiana é mergulharmos no consciente e subconsciente de uma mulher que se questiona, que coloca em causa e que não tem medo de seguir em frente, tudo isto intercalado por momentos de extrema beleza, como é o caso do post Livros de Colorir.

 

Num equilíbrio perfeito entre sensibilidade, pureza e descontracção, o blog da Tatiana é a leitura diária que eu actualmente recomendo!

A difícil tarefa de fazer rir

21.02.18, Triptofano!

Uma das grandes vantagens de ser farmacêutico é volta e meia ser convidado para umas formações originais por parte da indústria farmacêutica.

 

Ontem, após a apresentação da praxe dos produtos de um certo e determinado laboratório, eu e mais meia centena de colegas de profissão, fomos brindados com um espectáculo de Improvisação.

 

Marco Martin e Marco Graça, dos Instantâneos, vestiam a camisola da Planeta Impro, uma companhia espanhola de improvisação teatral, que terá contratado os dois actores e entregado-lhes em mão a difícil tarefa de fazer rir.

 

Sim, porque fazer rir alguém desconhecido é muito mais complicado que fazer chorar. Uma história triste facilmente encontra identificação por parte da audiência, já que nós enquanto povo temos a "extraordinária" capacidade de menosprezar o que de bom nos acontece e empolar o que de mau nos bate à porta.

 

Fazer rir, com uma piada inteligente, sem recorrer à piada fácil, preconceituosa, carregada de palavrões, é uma arte. Colocar um sorriso na cara da pessoa sisuda e cansada de um longo dia de trabalho é um dom.

 

Infelizmente ainda há muitos que consideram que quem domina este ofício do fazer rir é um mero tontinho sem outras capacidades intelectuais - mesmo que não o digam directamente é recorrente este tipo de pensamento. É como se ser actor de comédia fosse menos digno ou menos complicado que representar uma história dramática passível de causar desidratação por excesso de choro.

 

No improviso, o nível de dificuldade aumenta porque não há guiões, não há nenhum ponto a sussurrar as deixas esquecidas. Tudo sai da imaginação dos artistas que pisam o palco e enfrentam dezenas de pares de olhos expectantes.

 

Marco e Marco saíram-se fenomenalmente bem, roubando de forma descarada gargalhadas à plateia. Mas as coisas podiam ter sido ainda mais bem sucedidas, se quem assistia tivesse tido um papel mais cooperante.

 

Em vários momentos foi-nos pedido o auxílio na construção do espectáculo - afinal se é um espectáculo de improviso alguém tem de criar o material para se improvisar acerca de.

Escrever histórias complicadas passadas na farmácia, relatar frases engraçadas que nos tenham marcado, descrever os piores e os melhores clientes que poderíamos ter, ser chamado ao palco para lançar palavras aleatórias de forma a mudar o rumo da história improvisada - foram essas algumas das tarefas com que nos desafiaram.

 

E eu fiquei na dúvida se Marco e Marco tinham findado o espectáculo interiorizando a ideia que a classe farmacêutica era monótona e aborrecida. Porque, salvo algumas excepções, a maior parte das interacções não tinha piada, dificultando em muito a vida dos profissionais do riso.

 

Não sei se as pessoas se levam demasiado a sério, se tem medo que uma piada lhes possa denegrir a imagem de profissional respeitável, ou o que raio aconteceu, mas fiquei ligeiramente desapontado com os meus colegas.

 

A certo momento questionaram-nos porque é que tínhamos escolhido o curso - de forma a criar uma nova improvisação. E as respostas foram politicamente correctas, desde o mudar a vida das pessoas ao bem da comunidade, parecia que estava era num concurso para eleger a nova Miss Universo.

 

Nesse momento não aguentei e gritei do meu lugar um "Para comprar antibióticos sem precisar de receita!".

Todas as pessoas se riram. Pareceu-me que Marco e Marco soltaram um suspiro de alívio.

 

E eu fiquei feliz por mostrar que havia farmacêuticos que também sabiam fazer rir!

 

P.S: Sou um farmacêutico responsável e apenas compro antibióticos com receita médica, o exemplo era meramente ficcional 

Pérolas do Passado

21.02.18, Triptofano!

Há uns posts atrás desabafei como era stressante para mim manter um certo ritmo de publicações, ritmo este que impus a mim mesmo para não abandonar o blog ao fim da primeira semana e meia.

 

E a partir daí comecei a pensar em quantos diários virtuais é que tinha deixado pelo caminho. Puxei pela cabeça e experimentei e-mails, e passwords, e apesar de ter quase a certeza que ainda existem uma data deles perdidos no nevoeiro do passado, encontrei um blog do Sapo de 2009, estava eu com vinte e poucos anos e ainda não estava acabado como hoje em dia....

 

O blog intitula-se de Obedecendo à Sabedoria dos E-mails e a descrição que lhe dei na altura foi a seguinte:

 

Nunca receberam aqueles belos e-mails em cadeia para repassar por 380 pessoas de forma a não morrerem nos 30 minutos seguintes? Aposto que sim! Mas já alguma vez tentaram por em prática as mensagens que eles contêm? Eu tentei!

 

 

A ideia, pensando retrospectivamente, até tinha a sua piada, porque na altura recebia constantemente e-mails em cadeia com dicas para tudo e mais alguma coisa e havia material mais que suficiente para muita escrita.

 

Infelizmente, como não fui regrado, o projecto morreu após o terceiro post.

 

Mas como dizem que recordar é viver, fica aqui um dos poucos textos que elaborei para este agora defunto blog.

 

Dizer Saúde de Cada Vez que Alguém Espirra!

 

"A primeira pérola de sabedoria que tentei por em prática chegou-me à pouquíssimo tempo vinda de uma amiga, inserida no denominado Tantra Totem!

 

Simplesmente pensar em pronunciar Tantra Totem faz-me a língua dar um nó, mas neste caso o importante é mesmo tentar dizer saúde de cada vez que alguém espirra!

 

Está claro que ingenuamente pensei que fosse algo facílimo! Quão difícil poderia ser dizer saúde de cada vez que alguém espirrasse? Na realidade não é assim tão fácil!

 

Primeiro que tudo tem de se descobrir alguém que esteja a espirrar! Ora trabalhando eu numa farmácia o mais comum é ver gente a espirrar todo o santo dia - isto claro se não fosse uma coisinha chamada Gripe A! Devido a esta bela pandemia já ninguém ousa espirrar se outro ser humano estiver a menos de 5 metros de distância, com medo de ser logo posto em quarentena sem contacto com o mundo exterior! É ver as pessoas irem para um cantinho isolado espirrar de forma sub-reptícia, ou colocarem literalmente a cabeça dentro do casaco para soltarem um abafado espirro!

 

Assim sendo, como é que uma pessoa pode por em prática a vocalização da bela Saúde sempre que um espirro é pronunciado? Pois, não pode! Além de que com tanta comunicação social a buzinar-nos nos ouvidos sobre os perigos de contágio mais nos apetece lançar um "Cuidado que se tiver febre pode ser Gripe A" cada vez que alguém espirra do que um singelo saúde!

 

Confesso que estava prestes a desanimar quando uma das minhas colegas espirrou, de forma assumida, sem medos, sem vergonha [ah grande mulher] - e eu muito prontamente quase que berrei um Santinho, logo seguido de um Porra!

 

Obviamente que ela ficou a olhar para mim com um ar que era um cruzamento de admiração com "este gajo devia ser internado", mas eu de forma muito elegante  [pois claro] me desculpei com o facto de ter batido com o joelho no balcão [desculpa tão reles!].

 

Pois é, nunca me tinha ocorrido que quando alguém espirra o que nos salta do aparelho vocal não é um Saúde, mas sim o tão português Santinho! Aquele Santinho que dá para fazer tantos trocadilhos - como o belo do "Tem dias" ou o "Santinho mas pouco" ou ainda trocar o Santinho por um "Diabinho"!

 

Que trocadilhos poderia fazer com um Saúde? "Saúde - Espero que não seja gripe A!"? Pois não me parece lá muito apropriado!

 

Já no fim do dia, quando estava quase a sair, uma senhora de idade espirrou! Pensei que aquele fosse o derradeiro momento de por em prática o uso do Saúde, e com uma dicção perfeita arremessei à senhora um belíssimo Saúde!

 

Resultado, saí fora de horas do emprego porque a senhora ficou 20 minutos a falar-me do estado de saúde dela, que já estava muito mal, e que tinha feito muitas operações e que lhe doíam os rins e o que é que o menino [neste caso eu] achava que podia ser e tré lé lé trá lá lá!

 

Constatação final . o uso de Saúde de cada vez que alguém espirra não contribui de forma positiva para o melhoramento da minha vida!

 

De hoje em diante manter-me-ei adepto fiel do Santinho, dito sempre com um pequeno sorriso mordaz!"

 

 

La llamada

20.02.18, Triptofano!

Ao fim do dia eu e o cara-metade gostamos de passar algum tempo de qualidade juntos. O programa que normalmente escolhemos é o de ver no Netflix algum filme ou série que não exija pensar muito, porque depois de um árduo dia de trabalho o cérebro já não está a carburar correctamente.

 

Ontem decidimos ver o La llamada, uma comédia musical espanhola que retrata o verão de duas jovens rebeldes numa colónia de férias católica. Tudo poderia ser perfeitamente normal se não fosse o facto de Deus aparecer a uma delas a cantar canções da Whitney Houston.

 

La llamada é aquele filme que não sabemos muito bem como classificar, porque aparentemente nada faz sentido, e quanto mais a história se desenrola mais confusos ficamos.

Porque no fim de contas este não é um filme para desligar o cérebro, ou pelo menos não na totalidade. Apesar do seu aparente surrealismo superficial, a história encerra uma mensagem muito mais profunda e que nos deixa a pensar.

 

Para mim, porque cada pessoa pode ter a sua interpretação da mesma obra, o objectivo desta película é mostrar que o amor é puro, independentemente da sua forma. E que esse amor puro deve ser aceite pelos outros com um sorriso, não demovido, não destruído, não deturpado. 

 

E mais importante que tudo, só seremos felizes no amor quando formos nós próprios, quando descobrirmos a nossa verdadeira essência e formos fiéis a ela, em vez de nos comportarmos segundo certas normas ou costumes impostos por colectivos.

 

Fiquei admirado por descobrir que La llamada é a adaptação cinematográfica da peça de teatro com o mesmo nome. Incrível como se fazem coisas tão fantásticas mesmo aqui ao lado e uma pessoa a viver na completa ignorância.

 

Deixo-vos o trailer do filme e uma das músicas que mais gostei de ouvir, e que me tocou de uma forma inesperada. Se já tiverem visto o filme, ou quando o visionarem, deixem aqui a vossa opinião. 

 

 

 

 

Como prevenir a Hipoglicémia

20.02.18, Triptofano!

Os picos de glicémia são perigosos, mas também o são as descidas acentuadas de açúcar na corrente sanguínea.

 

Eu, enquanto recente praticante ferveroso de desporto e esperançoso seguidor num futuro longínquo próximo de um plano de reeducação alimentar, estou sempre atento à possibilidade de um dia poder ser visitado por este problema.

 

E qual é a solução perguntam vocês?

Um pacote de açúcar na algibeira? Uma peça de fruta sempre à mão?

 

Pois que eu encontrei talvez uma forma mais interessante de prevenir uma descida súbita da minha glicémia.

 

Na Avenida Duque de Ávila podemos encontrar a L'Éclair - Patisserie Française, que vende as sobremesas visualmente mais deliciosas de todo o sempre.

 

Basta olhar de uma forma mais demorada para os doces em exposição para ficarmos na dúvida se não seria melhor picarmos o dedo para nos assegurarmos de não termos desenvolvido uma súbita diabetes exposicional.

 

Na L´Éclair quase tudo é perfeito.

Desde a decoração ao atendimento, é um local em que apetece parar para relaxar durante uns longos minutos.

Ganhou o meu apreço o facto de um dos clientes ter entrado com um cão amoroso já de alguma idade, o qual foi servido de uma taça com água própria para canídeos - o que me fez pensar que tal mimo já seria um hábito.

 

O forte deste estabelecimento, tal como o nome indica, são os éclairs, doces caracterizados pelo seu formato longo e oco, tendo um recheio cremoso.

Há doces e salgados, e as opções são várias, para todos os gostos.

 

Pedi uma combinação improvável, framboesa com sementes de abóbora, dois ingredientes que nunca teria pensado em conjugar. Mas era fantástico, simplesmente de lamber os dedos e querer pedir mais meia dúzia para comer na casa-de-banho longe dos possíveis olhares de desdém dos outros clientes.

 

O cara-metade aventurou-se num Triron, que apesar de estar bem confeccionado, foi ligeiramente desapontante, porque era demasiado neutro em termos de paladares. Ou talvez estivéssemos na expectativa de algo mais deslumbrante.

Foi com pena que verificámos também que a sobremesa não vinha perfeita, ligeiramente destruída numa das pontas, algo que noutro local qualquer não daríamos sequer importância suficiente para destacar, mas num sítio tão imaculado como este qualquer pena falha é ampliada dezenas de vezes.

 

O carioca de limão e o cappuccino que pedimos correspondiam aos critérios exigidos para as bebidas, ganhando um ponto extra por virem acompanhados por um óptimo chocolate Valrhona.

 

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Coisas a melhorar na minha singela opinião.

 

Primeiro que tudo o preço. Sei bastante bem que a qualidade se paga, que a zona se paga e que a experiência também se paga, mas para um singelo lanche a conta final acaba por ser talvez um bocadinho exagerada.

 

Em segundo, o facto de não convidarem as pessoas que estão na fila para se sentarem a reservar as suas sobremesas.

 

Quando chegámos, já não havia muita opção, mas isso acabou por ser um problema nosso que decidimos ir àquela hora.

O que me aborreceu ligeiramente foi que enquanto esperávamos na parte de fora do estabelecimento por um lugar sentado, outros clientes que não queriam consumir na loja passavam-nos à frente e acabavam com o stock de algumas das já por si poucas referências.

A meu ver, seria simpático convidarem quem estava à espera de lugar sentado a escolher o que queria comer de forma a ficar reservado, para não correr-se o risco de se estar meia hora em pé e ao frio e na altura de comer já não haver nada por onde optar.

 

Se voltava à L'Éclair? Provavelmente sim, que uma pessoa nunca sabe quando os níveis de açúcar podem lembrar-se de descer perigosamente.

 

 

L'Éclair Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

O novo bastião da Coreia do Norte

19.02.18, Triptofano!
Na Coreia do Norte a Internet está vedada ao grande público, é proibido ligar para fora do país e quem for apanhado a visionar um filme ocidental pode ser condenado a trabalhos forçados. A religião é proibida e os governantes são impingidos ao povo como Deuses.

 

 

Não seria de admirar se Bruno de Carvalho tivesse feito uma viagem a este país para absorver alguma da ideologia política por lá vigente, visto que as suas últimas sugestões relativas ao ideal comportamento dos sócios e adeptos do Sporting deixa-o muito perto do perfil de um ditador.

 

 

Não comprar mais nenhum jornal desportivo ou o Correio da Manhã, não ver mais nenhum canal nacional além da Sporting TV e abandonar os cargos de comentadores desportivos, foram as "exigências" de Bruno Carvalho, que poderiam até ser engraçadas de tão descabidas que são não fossem alguns seguidores do Presidente do Sporting serem, digamos, demasiado influenciáveis, como se verificou à saída da Assembleia Geral, onde houve tentativas de agressão a jornalistas.

 

 

Não ligo quase nada a futebol, raramente sei as classificações e estas guerrinhas e azias passam-me ao lado. O desporto deveria ser competitivo sim, mas saudável, não uma razão para fanatismos e visões toldadas por palas.

Bruno de Carvalho pode ter a sua opinião sim senhor, mas devia enquanto Presidente perceber o alcance e impacto das suas palavras.

 

 

Ficamos chocados com as revelações relativas à IURD, onde as pessoas já não são sequer donas do próprio corpo, mas quando acontece algo semelhante na religião que é o futebol, parece que é quase como se fosse desculpável.

 

 

Temos medo de colocar o dedo na ferida ou esta ferida não interessa sarar porque ainda rende milhões em curativos?

 

 

Foi com alguma alegria que vi o post do Filipe muito idêntico ao meu - temia ser o único a pensar desta forma!