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Triptofano

O teu aminoácido essencial!

A melhor campanha publicitária de sempre!

27.02.18, Triptofano!

Antes demais, tenho a dizer que este post não é um post patrocinado. É bem verdade que me deram umas coisinhas, também está correcto que se me pagassem para fazer este post eu ficava assim mais do que feliz, mas ainda estou a anos luz de ser uma Pipoca e poder fazer vídeos a dizer que recebi milhares de coisas grátis em casa (inveja!!!).

 

Ontem, tive de fazer serviço na farmácia onde trabalho.

Para quem não sabe, fazer serviço consiste em passar a noite toda na farmácia, disponível para todas as urgências que a comunidade possa ter. Sim, porque ir comprar uma garrafa de álcool às três da manhã ou um boião de análise às cinco e meia pode ser uma urgência para muito boa gente. Para mim é apenas estranho, mas visto que estou a ser pago não me queixo em fazer negócio com todos os que queiram visitar a farmácia no período nocturno.

 

Na realidade não era eu que estava escalado para fazer o serviço, mas como a colega que o iria fazer adoeceu, perguntaram-se se eu poderia tomar o lugar dela. Apesar de não estar mentalmente preparado (eu preciso sempre de algum tempo para mentalizar-me que não vou ser raptado durante as horas em que estiver sozinho na farmácia) concordei.

 

Estava a ser uma noite fraca, possivelmente por causa da chuva, e a meia-noite já se aproximava galopantemente, quando ouço a campainha do postigo a tocar. Ajeito a bata, coloco o meu sorriso mais profissional, e dirijo-me à zona de atendimento nocturno.

 

E o que é que eu vejo?

 

Um rapaz e uma rapariga, na casa dos seus vinte anos, envergando felpudos roupões azuis. Se calhar vocês iriam-se surpreender ao ver duas pessoas em tal figura, mas para mim já é habitual ver pessoas a desfilarem-se de roupão na rua, no Lidl, na farmácia, por isso não estranhei.

 

O que achei surreal foi quando a rapariga me pergunta se eu já conheço o StilNoite e me aponta para uma caneca! Normalmente as pessoas trazem um bocado da caixa, uma foto no telemóvel, fazem uma descrição artística do produto, agora trazerem uma caneca com o nome do mesmo era inédito.

 

Demorei meio minuto a perceber que afinal não eram clientes, era uma campanha publicitária a divulgar o suplemento. Através do postigo deram-me meia dúzia de canecas e de almofadas de pescoço daquelas que se usam nos aviões. Despediram-se com um bom trabalho e um bom sono, entraram no carro com os seus roupões azuis e partiram a toda a velocidade em direcção à próxima farmácia de serviço.

 

Ainda não pude desfrutar do bom sono que me desejaram, mas que sem dúvida fiquei com um sorriso estampado na cara até agora fiquei!

 

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O Restaurante Japonês que todos deviam conhecer

27.02.18, Triptofano!

Não é o restaurante com o sushi mais incrível de sempre, com peças de fusão de fazer revirar os olhos nem com construções visuais de perder a cabeça. Pode demorar algum tempo a servir em dias com mais movimento. Não seria a primeira vez se algum dos pedidos ficasse esquecido na cozinha. Não estejam à espera de uma decoração nipónica com pessoas todas vestidas a rigor.

 

Mas para mim, é o melhor restaurante japonês de Lisboa.

 

O sushi é fresco e bem feito. A secção chinesa é variada e saborosa. O pedido é à carta, mas em regime livre, ou seja pode-se pedir tudo o que se quiser, as vezes que se quiser. Sem olhares de lado, sem esgares de desdém, sempre com profissionalismo e com bastante rapidez (a não ser, como referi antes, que a casa esteja lotada).

 

E o preço?

Um autêntico achado, tão barato que uma pessoa até tem vergonha de comer tanto, que provavelmente está a dar prejuízo à casa.

 

O menu varia de vez em quando, mas não estejam à espera de grandes novidades. Para minha infelicidade, na última mudança retiraram o bacalhau à brás que era delicioso - sim, pode parecer um pecado alimentar, mas eu adorava comer bacalhau à brás num restaurante japonês!

 

Incluído no menu está uma sobremesa "básica", um pudim, uma mousse de chocolate, uma mousse de manga, fruta ou líchas (eu sei que as líchias também são fruta mas há essa distinção!). Quem quiser algo mais elaborado também há para pedir, mas terá que ser pago à parte.

 

Porém, aquilo que me faz voltar vezes e vezes sem conta - já devo ter visitado o local mais de duas dezenas de vezes - é o carinho que eu e o cara-metade recebemos.

Somos sempre recebidos com um sorrido de orelha a orelha, afinal já somos clientes habituais e temos ajudado a espalhar a palavra relativamente a este pequeno pedaço de paraíso na terra. Houve uma altura em que ficámos afastado do restaurante porque quisemos experimentar outras coisas, e quando voltamos a Dona chegou-se ao pé de nós e perguntou se tínhamos estado de férias, que não nos via há muito tempo.

 

São estes pequenos detalhes que fazem um cliente sentir que não é apenas mais um, que é especial. E é isso que me faz adorar este restaurante. Isso e as batatas fritas e o sushi de morango e coco claro! 

 

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Neste momento vocês devem estar a pensar que eu me esqueci de dizer qual era o nome do restaurante, mas não, era só para criar algum suspense!

 

Chama-se Maizakura e fica na Avenida José Malhoa em Lisboa.

 

Mais uma dica, o restaurante normalmente tem descontos no Mygon, basta fazer a reserva por lá e ter a atenção que o pagamento tem que ser em numerário.

 

Quem ainda não tiver instalado o Mygon e quiser ser fofinho de forma a eu poder ganhar alguns pontos extras peça-me nos comentários para lhe enviar um convite.

 

A minha pessoa agradece!

 

 

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