Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Triptofano

Como ser 20% mais feliz?

28
Fev18

Desejos de Hambúrgueres e a Uber Eats


Olá amigos do Trip!

 

Na semana passada eu e o Trip decidimos experimentar o Uber Eats. Iniciando o pedido pela primeira vez, não nos apercebemos que no final, à conta que resulta do nosso pedido, ainda nos é adicionada a taxa de serviço.

 

Fizemos o simples exercício de calcular o valor do nosso menu pedido através do Uber Eats ou, em alternativa, qual seria o valor do mesmo se saíssemos do sofá e fossemos directamente ao restaurante. Como o restaurante era ali ao lado, e a poupança era evidente (ainda alguém me há-de explicar esta nota de os menus serem mais caros para delivery e, no fim, ainda ser acrescida uma taxa de serviço), acabámos por sair de casa e ir ao restaurante - neste caso o Hamburguês da Estrada da Luz.

 

Da refeição, nada a apontar: os hambúrgueres Mirandela e de Piódão a Barrancos eram capazes de realmente matar o desejo por hambúrguer a qualquer um. Bem apetrechados, bem confeccionados e com umas batatas doces fritas de chorar por mais.

 

O serviço, em si, era bom mas, como não imaginava, o corropio de senhores de mochilas a dizer “Uber Eats” era grande.

 

O desconforto que o cliente sente quando está nesta situação é grande: rapidamente vêm as dúvidas do tipo “quem é atendido primeiro”, “haverá alguma diferença entre o que como aqui e o que como em casa”?

 

Razoável me parece que todos os restaurantes possam olhar para novos canais de venda dos seus produtos mas, diria eu, com algum decoro. Talvez uma porta de serviço exclusiva para deliveries não afectasse a percepção da qualidade de serviço…

 

No fim, um magnífico pão de ló de chocolate (excelente para o preço razoável de 1,95€) foi servido.

 

E pronto: desejos cumpridos.

 

O Cara-Metade

 

IMG_20180223_210029_HDR.jpg

 

IMG_20180223_210048_HDR.jpg

 

IMG_20180223_205223_HDR.jpg

 

IMG_20180223_212913_HDR.jpg

 

IMG_20180223_205432_HDR.jpg

 

 

  

Hamburguês - Hambúrgueres Artesanais Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

27
Fev18

A melhor campanha publicitária de sempre!


Antes demais, tenho a dizer que este post não é um post patrocinado. É bem verdade que me deram umas coisinhas, também está correcto que se me pagassem para fazer este post eu ficava assim mais do que feliz, mas ainda estou a anos luz de ser uma Pipoca e poder fazer vídeos a dizer que recebi milhares de coisas grátis em casa (inveja!!!).

 

Ontem, tive de fazer serviço na farmácia onde trabalho.

Para quem não sabe, fazer serviço consiste em passar a noite toda na farmácia, disponível para todas as urgências que a comunidade possa ter. Sim, porque ir comprar uma garrafa de álcool às três da manhã ou um boião de análise às cinco e meia pode ser uma urgência para muito boa gente. Para mim é apenas estranho, mas visto que estou a ser pago não me queixo em fazer negócio com todos os que queiram visitar a farmácia no período nocturno.

 

Na realidade não era eu que estava escalado para fazer o serviço, mas como a colega que o iria fazer adoeceu, perguntaram-se se eu poderia tomar o lugar dela. Apesar de não estar mentalmente preparado (eu preciso sempre de algum tempo para mentalizar-me que não vou ser raptado durante as horas em que estiver sozinho na farmácia) concordei.

 

Estava a ser uma noite fraca, possivelmente por causa da chuva, e a meia-noite já se aproximava galopantemente, quando ouço a campainha do postigo a tocar. Ajeito a bata, coloco o meu sorriso mais profissional, e dirijo-me à zona de atendimento nocturno.

 

E o que é que eu vejo?

 

Um rapaz e uma rapariga, na casa dos seus vinte anos, envergando felpudos roupões azuis. Se calhar vocês iriam-se surpreender ao ver duas pessoas em tal figura, mas para mim já é habitual ver pessoas a desfilarem-se de roupão na rua, no Lidl, na farmácia, por isso não estranhei.

 

O que achei surreal foi quando a rapariga me pergunta se eu já conheço o StilNoite e me aponta para uma caneca! Normalmente as pessoas trazem um bocado da caixa, uma foto no telemóvel, fazem uma descrição artística do produto, agora trazerem uma caneca com o nome do mesmo era inédito.

 

Demorei meio minuto a perceber que afinal não eram clientes, era uma campanha publicitária a divulgar o suplemento. Através do postigo deram-me meia dúzia de canecas e de almofadas de pescoço daquelas que se usam nos aviões. Despediram-se com um bom trabalho e um bom sono, entraram no carro com os seus roupões azuis e partiram a toda a velocidade em direcção à próxima farmácia de serviço.

 

Ainda não pude desfrutar do bom sono que me desejaram, mas que sem dúvida fiquei com um sorriso estampado na cara até agora fiquei!

 

WP_20180227_19_36_41_Pro.jpg

 

 

27
Fev18

O Restaurante Japonês que todos deviam conhecer


Não é o restaurante com o sushi mais incrível de sempre, com peças de fusão de fazer revirar os olhos nem com construções visuais de perder a cabeça. Pode demorar algum tempo a servir em dias com mais movimento. Não seria a primeira vez se algum dos pedidos ficasse esquecido na cozinha. Não estejam à espera de uma decoração nipónica com pessoas todas vestidas a rigor.

 

Mas para mim, é o melhor restaurante japonês de Lisboa.

 

O sushi é fresco e bem feito. A secção chinesa é variada e saborosa. O pedido é à carta, mas em regime livre, ou seja pode-se pedir tudo o que se quiser, as vezes que se quiser. Sem olhares de lado, sem esgares de desdém, sempre com profissionalismo e com bastante rapidez (a não ser, como referi antes, que a casa esteja lotada).

 

E o preço?

Um autêntico achado, tão barato que uma pessoa até tem vergonha de comer tanto, que provavelmente está a dar prejuízo à casa.

 

O menu varia de vez em quando, mas não estejam à espera de grandes novidades. Para minha infelicidade, na última mudança retiraram o bacalhau à brás que era delicioso - sim, pode parecer um pecado alimentar, mas eu adorava comer bacalhau à brás num restaurante japonês!

 

Incluído no menu está uma sobremesa "básica", um pudim, uma mousse de chocolate, uma mousse de manga, fruta ou líchas (eu sei que as líchias também são fruta mas há essa distinção!). Quem quiser algo mais elaborado também há para pedir, mas terá que ser pago à parte.

 

Porém, aquilo que me faz voltar vezes e vezes sem conta - já devo ter visitado o local mais de duas dezenas de vezes - é o carinho que eu e o cara-metade recebemos.

Somos sempre recebidos com um sorrido de orelha a orelha, afinal já somos clientes habituais e temos ajudado a espalhar a palavra relativamente a este pequeno pedaço de paraíso na terra. Houve uma altura em que ficámos afastado do restaurante porque quisemos experimentar outras coisas, e quando voltamos a Dona chegou-se ao pé de nós e perguntou se tínhamos estado de férias, que não nos via há muito tempo.

 

São estes pequenos detalhes que fazem um cliente sentir que não é apenas mais um, que é especial. E é isso que me faz adorar este restaurante. Isso e as batatas fritas e o sushi de morango e coco claro! 

 

IMG_20180214_214803.jpg

IMG_20170930_202942_HDR.jpg

IMG_20170930_210749_HDR.jpg

IMG_20180214_214810.jpg

IMG_20180214_214314.jpg

IMG_20180214_212712.jpg

IMG_20180214_214321.jpg

IMG_20170930_203206_HDR.jpg

IMG_20180214_215247.jpg

 

Neste momento vocês devem estar a pensar que eu me esqueci de dizer qual era o nome do restaurante, mas não, era só para criar algum suspense!

 

Chama-se Maizakura e fica na Avenida José Malhoa em Lisboa.

 

Mais uma dica, o restaurante normalmente tem descontos no Mygon, basta fazer a reserva por lá e ter a atenção que o pagamento tem que ser em numerário.

 

Quem ainda não tiver instalado o Mygon e quiser ser fofinho de forma a eu poder ganhar alguns pontos extras peça-me nos comentários para lhe enviar um convite.

 

A minha pessoa agradece!

 

 

Maizakura Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

26
Fev18

O dia em que dei cabo do meu períneo


Quando era novo adorava andar de bicicleta, tirava um imenso prazer em pedalar pela estrada fora sentindo o vento na cara e comendo de vez em quando o tradicional mosquito que se nos enfia pela boca dentro.

 

Com o passar dos anos deixei-me dessa prática, e apesar de dizerem que nunca se esquece de andar de bicicleta, a verdade é que apanhei medo de o fazer.

 

Tal como tenho pavor em conduzir também andar de bicicleta é algo que não nutre a minha maior simpatia. Para azar dos azares, o cara-metade adora este meio de transporte, muito provavelmente fruto dos tempos em que viveu na Holanda, e onde usava a bicicleta para se deslocar para qualquer lado.

 

O ano passado quando fomos a Copenhaga, convenceu-me a alugar uma daquelas bicicletas de turista e a dar um passeio pela cidade. 

Não sei que comprimidos é que ele me misturou na comida, mas eu disse que sim, que ia com ele, e tirando o facto de ter sido quase atropelado por um camião até foi um passeio que correu razoavelmente bem!

 

Apesar de para mim ter sido uma superação gigantesca, sei que o cara-metade gostava que eu fosse mais arrojado no que toca a este meio de transporte, por isso quando descobri que a Carris e a Lisbon Bike Tour estavam a fazer passeios de bicicleta por Lisboa gratuitos, perdi a cabeça e inscrevi-nos aos dois.

 

Ontem ainda não eram nove da manhã já estávamos nós perto da estação de comboio de Sacavém.

O percurso seria de aproximadamente 12 km, findando no Terreiro do Paço. Eu e o cara-metade íamos um bocadinho de pé atrás, porque à última da hora descobrimos que afinal tínhamos-nos inscrito num curso de condução defensiva, e já estávamos a imaginar as nossas pessoas enfiadas numa sala durante um par de horas a ouvir falar sobre como é que deveríamos proceder para não acabarmos panqueca debaixo de um carro.

 

O sentimento de desconforto começou a aumentar quando a hora de encontro se aproximava perigosamente e não havia ninguém nas redondezas. Nesse instante o meu intestino começou a ameaçar irritar-se o que me fez verificar se havia alguma casa-de-banho nas redondezas - não havia, mas arbustos não faltavam em caso de extrema necessidade.

 

Depois de um telefonema e mais alguns minutos de espera tudo se resolveu. Apareceram mais alguns participantes (no total éramos 5) e os coordenadores do projecto.

E que boa surpresa!

Extremamente simpáticos, afáveis, colocaram-nos totalmente à vontade e encorajaram-me a não ter medo, que era tudo uma questão de prática e de auto-confiança. Depois de umas voltinhas no parque de estacionamento e uma breve explicação sobre os gestos de sinalização eis que nos lançamos em direcção ao nosso passeio.

 

Então mas e o curso de condução defensiva?

 

O curso existiu, mas de uma forma totalmente prática. Basicamente, de tempos a tempos parávamos para falar um pouco sobre uma situação concreta com que nos tínhamos deparado. A utilização de uma ciclovia (que não é obrigatória de utilizar, pode-se continuar na estrada mesmo existindo esta), as particularidades de fazer uma rotunda (independentemente do número da saída podemos circular pela parte de fora da rotunda, mas perdemos a prioridade caso algum carro queira sair) e a importância de manter contacto visual com os condutores e os peões - o ver e ser visto - foram alguns dos tópicos que abordámos durante a viagem.

 

Confesso que inicialmente estava tão nervoso que achava que ia cair redondo no chão à primeira curva, e ainda mais stressado fiquei quando o percurso começou com descidas e eu a pensar que os travões ou não iam travar ou iam travar demais e eu ia-me esborrachar contra o cimento. Mas com o desenrolar do percurso fui ganhando mais confiança, e acabei a desfrutar do passeio e das paisagens com que me ia deparando. É verdade que ainda fico muito nervoso a sinalizar a mudança de faixa, e facilmente perco o equilibro da bicicleta, mas novamente foram todos espectaculares comigo, acarinharam-me e incentivaram-me.

 

No fim, ainda fomos todos brindados com um saboroso pastel de nata para repor energias.

 IMG_20180225_095239_HDR.jpgIMG_20180225_094355_HDR.jpgIMG_20180225_105045.jpg

IMG_20180225_105312_HDR.jpg

IMG_20180225_105534_HDR.jpg

 

Agora, não há bela sem senão, e esta brincadeira valeu-me um períneo destruído, ainda agora estou com umas dores que nem vos digo nem vos conto. Já me fartei de borrifar água termal na zona a ver se me apazigua a irritação mas estou a ver que isto uma pessoa vai ter que sofrer ainda durante alguns dias.

 

A única coisa que me dá algum conforto é, o cara-metade ser tão pró mas tão pró na bicicleta (palavras dele), mas ter o períneo ainda mais destruído que o meu!

 

 

26
Fev18

As minhas postas de pescada sobre o Festival da Canção


O Festival da Canção é algo que me acompanha desde há muitos anos. Apesar de com o sucesso do mesmo, ter-se multiplicado o número de pessoas que jura a pés juntos que sempre viu e delirou com o programa, no meu caso o Festival fez realmente parte da minha vida.

 

E não falo dos serões em miúdo a ver numa pequena televisão o desfilar das canções, para mim, o impacto deste concurso deu-se por volta dos meus 18 anos, quando comecei a namorar.

 

O meu primeiro namorado era fanático pela Eurovisão, e a maior parte dos amigos dele ainda mais fanáticos eram, viajando todos os anos para o país anfitrião do programa.

 

Cresce e desenvolvi a minha personalidade rodeado de cd's de músicos desconhecidos eliminados nas semi-finais de países distantes, de livros que falavam sobre quem tinha arrecado mais e menos pontos, e pasmem-se, de um Trivial Pursuit dedicado ao Festival, com perguntas só acessíveis a quem respirava Eurovisão.

 

Cheguei uma vez a ver o programa na casa de um dos comentadores do Festival do ano passado, rodeado de fervorosos adeptos que tinham o seu próprio sistema de atribuição de pontos. Nesse ano de 2006, vaticinei que os vencedores seriam os Lordi da Finlândia, e tudo o que recebi foram esgares de gozo e narizes torcidos. No fim mostrei que estava certo.

 

Com o fim da relação também houve uma separação entre mim e a Eurovisão, como se uma pequena mágoa se tivesse instalado entre nós, mas nunca deixei de a seguir pelo canto do olho, mas sem o entusiasmo do passado confesso.

Fico no entanto feliz de ver que, com a vitória portuguesa do ano passado a loucura eurovisiva voltou um pouco, e a música portuguesa recomeçou a ser valorizada. Espero apenas que não seja uma fase - devemos incentivar o que de bom temos quando estamos em baixo, não apenas quando gozamos os louros da vitória.

 

Mas relativamente às músicas, houve duas que me tocaram profundamente, cada uma da sua semi-final.

 

A primeira da Catarina Miranda - Para Sorrir Eu Não Preciso de Nada. Uma verdadeira ninfa da floresta é como Catarina se nos apresenta, deslumbrando com o seu timbre de voz e com a sua interpretação de uma música que é uma ode à língua portuguesa.

 

Nas redes sociais muito se fala que esta canção será um possível futuro hino lésbico, muito por causa da última frase "Ela é minha namorada".

Apesar de numa interpretação mais poética se poder identificar a tal namorada como uma personificação da solidão ou da auto-estima, já que para sorrir não precisa de nada, muitos garantem que o abandono da rapaziada de que a música fala e a dicotomia masculino/feminino presente nos sapatos e no vestido da intérprete remetem para uma namorada de carne e osso.

 

Qualquer que seja a verdadeira intenção da letra (e uma letra inteligente é aquela que cria burburinho entre as pessoas) o deslumbramento que Catarina Miranda trouxe ao cantar esta melodia é unânime.

 

A segunda de Isaura e Cláudia Pascoal - O Jardim. Para esta música vou roubar algumas das memórias do cara-metade, que me fizeram entender ainda mais a profundidade da canção tão bem interpretada pela Cláudia, que visivelmente estava emocionada pela mensagem que transmitia através da sua voz.

 

O cara-metade e a Isaura conheciam-se dos tempos da escola, e não foram poucas as vezes que ele visitou a casa da Dona Zaida, a avó para quem Isaura compôs esta música.

A Dona Zaida além dum sorriso permanente no rosto, tinha sempre para oferecer um batido de banana e uma sandes de fiambre e manteiga, e o seu jardim era algo de espectacularmente bonito.

É impossível quando temos estes detalhes mundanos de uma vivência passada não sermos tocados ainda mais pelo cerne da música, mas mesmo que os ignorasse, O Jardim por si só é uma peça de arte.

 

Independentemente de quem ganhar, apesar dos meus preferidos serem os anteriormente referidos, espero apenas que se comece a perceber que há música de qualidade criada dentro deste pequeno país, independentemente da língua em que esta seja cantada. O importante é deixarmos de pensar que a relva do vizinho é sempre mais verde que a nossa, porque às vezes isso só se deve pela utilização de adubos cancerígenos.

25
Fev18

Pedido à Comunidade!


Caros bloggers do meu coração,

 

estou a tentar por em ordem a minha vida virtual, e isso passa por arranjar uma forma mais eficaz de seguir os vossos blogs.

 

De momento tenho tido uma boa experiência com as subscrições por e-mail, só que tenho vindo a notar que alguns de vós não tem essa opção disponível nas vossas páginas, o que torna impossível também a quem não está registado na plataforma do Sapo a tarefa de vos seguir.

 

Por isso, sejam uns fofuchos, e adicionem essa componente nos vossos blogs! Eu agradeço 

 

 

P.S: Acedendo à sugestão da Bruxa Mimi, aqui fica a forma de o fazer para quem possa estar ligeiramente mais perdido. Na página do vosso blog, no triângulo pequenino ao lado de edição, ir a Template, Layout. Depois do lado direito, Adicionar Componente, Componentes Sapo, Alertas por E-mail e Gravar. E voilá, fácil e rápido!

24
Fev18

Novidades Lierac/Phyto 2018


Mas quem é que disse que eu não podia ser um Beauty Blogger? Lá por não enfiar dois quilos de base na minha cara e não perder 45 minutos todas as manhãs a tentar enfiar umas pestanas postiças não significa que não possa vir aqui falar sobre produtos de beleza e tudo o mais!

 

Na passada quinta-feira fui ao CCB a uma formação para descobrir as novidades da Lierac e da Phyto para 2018.

 

Antes de vos falar sobre os produtos sensação que vão aparecer brevemente no mercado quero referir rapidamente dois tópicos.

 

Primeiro, fiquei desapontado que não nos tenham oferecido amostras dos cremes propriamente ditos. É verdade que nos ofertaram um produto de limpeza, já que a limpeza do rosto é o passo mais importante em qualquer ritual de beleza, mas uma pessoa quer é cremes para besuntar na pele.

Na sala onde foi feita a formação estavam expostos os produtos para que pudéssemos experimentar e sentir as texturas e os aromas - se eu soubesse tinha levado um tupperware e enchido o mesmo com cremes.

 

Segundo, caros colegas de profissão, eu sei que estamos a falar de marcas direccionadas para um segmento médio/alto, mas não é preciso ir para uma formação como se fossem para um casamento - é que dá para perceber quando as coisas são assim um bocadinho forçadas, percebem o que quero dizer?

Além disso, se não querem comer no coffee break ninguém vos obriga, mas não façam questão de anunciar alto e bom som que vão evitar as sandocas e os bolinhos porque não querem estragar a linha. Saiam é da frente que mais sobra para mim!

 

Mas vamos então passar às novidades propriamente ditas!

 

Lierac

WP_20180222_16_32_28_Pro.jpg

 

A linha Magnificence da Lierac vai ser descontinuada e substituída por Supra Radiance, uma linha mais direccionada para os 40 (mas não unicamente) e que visa corrigir a falta de brilho que a pele começa a sentir.

 

E porque é que a pele começa a ficar com falta de brilho? Devido ao Envirome, que é o conjunto de factores externos que afectam a nossa pele: o meio ambiente + o estilo de vida (p.ex: sol, tabaco, stress, álcool, alimentação, falta de descanso).

O Envirome, quando em desequilíbrio, leva a stress oxidativo, que por sua vez leva a uma acumulação de toxinas, toxinas estas que alteram a qualidade celular causando o chamado Envelhecimento Toxínico.

 

Como é que Supra Radiance consegue combater este problema que se passa na nossa pele? Devido ao Marroio Branco, que mimetiza a Proteína NRF2, um factor de transcrição genético que tem um poder desintoxicante, anti-oxidante e de reactivação celelular.

 

Outro truque que Supra Radiance trás no boião (em vez de ser na manga, perceberam o trocadilho?) é o complexo HYALU-3, um concentrado resultante da investigação Lierac.

 

É composto por ácido hialurónico de alto peso molecular, de grau farmacêutico puro, de qualidade injectável, que vai ficar à superfície da pele. Tem também o mesmo ácido hialurónico mas em veiculado em cronosferas para chegar à zona mais profunda da pele, a derme. E para finalizar, é enriquecido com agave-azul que estimula a produção fisiológica de ácido hialurónico pelos fibroblastos.

 

A game é composta por um gel-creme, para a pele mais oleosa, onde o pó de arroz vai ter um efeito mate; pelo creme, para a pele mais seca, onde os ómegas 6 e 9 vão ter a função de relipidar a pele tornando-a mais confortável; o creme de noite, para uma regeneração mais profunda (e sim, é importante usar um creme específico de noite porque o ritmo circadiano faz com que a nossa pele seja diferente de dia e de noite, e ter atenção especialmente entre as 0 e as 4 da manhã que é quando a nossa pele está no seu potencial máximo) devido à albizia e ao seu poder detox e aos ácidos láctico e glicólico e ao seu efeito alisador e por um contorno de olhos com textura sérum, sem fragrância e efeito descongestionantes devido à ruscolina.

 

Para finalizar a gama, o produto pelo qual eu me apaixonei.

A máscara iluminadora efeito duplo peeling, proporciona uma exfoliação química e mecânica. Utiliza-se uma vez por semana, no rosto limpo, aplica-se uma camada evitando o contorno dos olhos, deixa-se actuar durante cinco minutos (exfoliação química) e depois massaja-se para se beneficiar da exfoliação mecânica. No fim retira-se com água.

 

Toda a gama é perfumada com notas de frésia, pimenta-rosa e fava tonka - a mesma fava tonka que se usada em grandes quantidades pode ser tóxica, mas o único perigo de se sentirem mal com este creme é mesmo no que toca ao preço.

 

 

Phyto

WP_20180222_16_31_02_Pro.jpg

 

Phyto RE30 é a inovação Phyto 2018, patente de marca, resultante de 6 anos de investigação, onde se descobriu que o péptido número 30, entre todos os que foram estudados, era o que tinha o melhor resultado.

 

Melhor resultado para que perguntam vocês? Para retardar a canície.

 

E não, a canície não é nenhuma doença que transforma pobres humanos em lobisomens, é o termo científico para o branqueamento do cabelo.

 

Quem tem cabelos brancos certamente já reparou que eles são mais rígidos, indomáveis, e pior que tudo, crescem mais depressa. Isto porque a melanina funciona como um travão para o crescimento capilar, e como eles não tem melanina o crescimento é muito mais rápido.

 

Porque é que o cabelo fica branco? O stress é um dos principais factores para o aparecimento dos malvados, por isso uma vida mais relaxada também irá beneficiar quem não quer ter precocemente o estilo sal e pimenta, mas cientificamente deve-se à acumulação de peróxido de hidrogénio (ou água oxigenada) em grandes quantidades no folículo capilar, que acaba por levar à despigmentação da fibra capilar devido a uma reacção de oxidação.

 

Como é que Phyto RE30 funciona? Por um lado é um potenciador da catalase, uma enzima que inibe a chata da água oxigenada, impedindo assim a despigmentação da fibra. Por outro lado aumenta a síntese e transferência de melanina, o que vai levar a que aquele cabelo branco irritante comece a crescer pigmentado novamente na raiz (a fase de crescimento de um cabelo é entre 2 a 6 anos).

 

A embalagem spray dura para sensivelmente um mês, não deixa resíduos, e pode ser aplicado em cabelo molhado ou seco, sendo que os resultados são melhores se for em cabelo molhado visto que o filme hidrolipídico está ausente o que leva a uma maior penetração do produto.

 

É enriquecido com túlipa púrpura, para dar beleza à fibra capilar.

 

Ter em conta que este é um produto para os primeiros cabelos brancos, porque numa cabeleira totalmente branca os resultados já não serão tão visíveis, e aqui é uma questão de se gerirem as expectativas da pessoa.

Para finalizar, reforçar que o produto actua de dentro para fora, ou seja, não é um spray para pintar nem nada do género, não vão gastar-me o frasco numa aplicação e depois virem dizer que é uma porcaria que não cobre nada os brancos!

Pág. 1/5

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D