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Triptofano

O teu aminoácido essencial!

Triptofano no Trabalho (2)

08.01.18, Triptofano!

Primeira cliente do dia, chega à loja e basicamente grita.

 

Dê-me o anel!

 

Esta cliente:

    1. Está a praticar um assalto, situação bastante desagradável para a minha pessoa visto não usar anéis (e não, também não estou a usar aquele anel) o que muito provavelmente quer dizer que em compensação ela vai-me pedir para levar um par de dedos.                                                                                                                               
    2. Acabou de ver o videoclip Single Ladies (Put a Ring on It) da Beyoncé, e achou que estava na altura de exigir que eu assumisse uma relação com ela por ter acreditado que a minha flertation era algo mais sério quando na realidade eu só lhe estava a tentar vender um creme de oitenta euros.                                            
    3. Quer um anel vaginal, aquele maravilhoso dispositivo que quando colocado dentro da vagina impede o aparecimento de descendentes, e que quando fora dela é uma óptima ferramenta para uns preliminares diferentes, aconselhando eu para momentos de pura satisfação uma adaptação do jogo dos arcos (se é que vocês me entendem!).

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Qual é que vocês acham que é a opção correcta?

Escape Game : 0 | Triptofano : 3

07.01.18, Triptofano!

É oficial!

 

Estou viciado em Escape Games! Depois da experiência inicial no Porto e da fantástica fuga com os colegas de trabalho, hoje aventurei-me no meu terceiro Escape Game.

 

Existe algo em mim que simplesmente adora estar perante uma boa charada mas com aquele stress de fundo pelo tempo estar a passar.

 

E depois ter que mexer em tudo, revirar quadros e cadeiras, abrir livros, rastejar por passagens secretas, fazer raciocínios completamente tresloucados que afinal não servem para nada - se me querem ver feliz é só convidarem-me para um deste tipo de jogos.

 

Desta vez escolhemos a Locked in Riddles, onde tivemos de fugir da biblioteca do Conde McNeal.

 

“Só os iluminados merecem sair”. Estás preso na biblioteca do Conde McNeal e vais ter de provar que mereces a tua liberdade. Só um génio demente conseguiria criar o labirinto mental que o Conde tem em sua casa. Só um grupo de génios conseguirá sair em 60 minutos. Junta um grupo de 2 a 5 pessoas e desafia-te!"

 

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A grande diferença neste jogo dos outros foi que o nosso grupo teve de comunicar todo em inglês, já que um dos nossos amigos é Finlandês, e apesar de perceber o básico de português sente-se mais confortável com a língua inglesa.

 

E sabem que mais? 

Mesmo em inglês eu consigo ser stressado.

 

E gritar por todos os lados. E insistir que deixámos uma chave para trás apesar de ninguém acreditar em mim. E ficar danado porque estão todos a remexer em livros quando deviam estar concentrados num certo e determinado enigma!

 

Sou uma pessoa fantástica para se ter numa equipa já deu para perceber não já? 

 

Mas o mais importante de tudo foi que, mesmo havendo partes em que eu pensei que estávamos condenados ao fracasso, conseguimos juntar todo o nosso potencial intelectual, e pasmem-se, escapámos da nossa prisão nuns belíssimos 49 minutos.

 

Ou seja ainda tínhamos tido tempo para tomar um cafézinho e ver um bocadinho de televisão antes de nos pormos na alheta.

 

A quem ainda não se aventurou neste tipo de jogo não espere mais. É espectacular pormos a nossa capacidade de raciocínio e trabalho em equipa à prova.

 

Eu pelo menos estou ansioso pelo próximo desafio - onde possa stressar um bocadinho mais!

 

O melhor restaurante de Fast-Food de Lisboa

06.01.18, Triptofano!

Cada vez mais, para mim, ir a um restaurante não é apenas ir à descoberta de comida fantástica, mas querer vivenciar uma experiência que nos faça lembrar daquele sítio durante muito tempo.

 

Quantos restaurantes que confeccionam alimentos de forma imaculada não ficam abandonados ao esquecimento porque no fim são apenas locais que vendem alimentos confeccionados de forma imaculada?

 

E quantos não são votados às más-línguas não por causa da qualidade da comida, mas pelo mau profissionalismo dos empregados, que nos tratam como se nos estivessem a fazer um favor em nos servir?

 

Por outro lado, há aqueles locais, que conseguem transformar a degustação de um prato banalíssimo, numa experiência digna de recordação, devido a perceberem que o acto de comer deixou de ser uma satisfação de uma necessidade básica para se transformar numa procura sensorial da melhor refeição digna de uma avaliação de cinco estrelas numa qualquer rede social.

 

A isto chama-se de Efeito Halo, quando algo simples reveste-se de uma elevada carga simbólica positiva, porque todas as outras variáveis estavam alinhadas com os astros para nos proporcionarem um momento fantástico.

 

Como quando bebemos um copo de sangria barata num bar mas estamos a assistir ao mais fantástico pôr do sol dos últimos anos. O que vamos recordar não é o incrível pôr do sol, mas sim o incrível copo de sangria requintada que bebemos ao ver o excepcional pôr do sol.

 

O Penta Café, situado em pleno coração de Lisboa, na rua Áurea, pegou num conceito simples mas elevou-o a um nível difícil de copiar.

 

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Neste café, o ex-libris são as tostas a metro, mas o que faz as pessoas voltar é a simpatia de todos os que lá trabalham. Especialmente da dona, que percebe que o sucesso de um negócio é fazer sentir cada cliente único, importante, valorizado - não apenas mais um que está ali para ser servido o mais depressa possível para dar lugar a outro.

 

Mas o que torna este o melhor restaurante de Fast-Food de Lisboa é a maneira como a ementa é apresentada.

 

Um verdadeiro monólogo literalmente cantado, onde cada tosta é descrita até à exaustão, de uma forma tão peculiar que é impossível não se soltarem uns risos nervosos, por mais vezes que já se tenha ouvido a cantilena.

 

A acompanhar imprevista apresentação, uma régua de metro, dividida em secções de 5 centímetros, de forma ao cliente ficar elucidado sobre que tamanho de tosta deverá pedir.

 

São permitidas combinações - no meu caso, e como tenho um valente apetite, foram 20 cm de bacalhau e 20 cm de Action com alheira grelhada (a dividir com o cara-metade claro). Se porventura os olhos forem maiores que a barriga, é possível mandar embrulhar, menos a de pasta de atum, que deve ser consumida no prazo máximo de uma hora, informa com olhar sério a proprietária.

 

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E para beber?

Variadas são as opções, mas a mais acertada é seguramente o sumo natural, feito no momento.

 

E aqui novamente uma lista quase interminável de frutos é-nos cantada. Podem-se fazer combinações de dois frutos, que perante a indecisão do cliente são apresentados aos pares pela dona cantora da forma como casam melhor.

Única excepção é a romã, que parece ter nascido para viver solteira.

E se por acaso nos lançamos numa combinação de frutas que não joga bem com a nossa tosta, somos avisados que talvez seja melhor trocar-se, o sumo ou em último caso a tosta - tudo em prol do nosso palato.

 

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Sumo de dióspiro e ananás e de dióspiro e banana

 

Findada a refeição o café é sempre brindado com um pequeno pedaço de bolo, de forma a promover a doçaria da casa.

 

Os mais gulosos podem sempre pedir bolo a metro - 5 centímetros é uma fatia de um tamanho descomunal, a um preço extremamente convidativo - ou um palmier maior que um prato de refeição, perfeito para dividir ou para guardar para um momento especial (como se fosse preciso haver momentos especiais para se comer coisas doces!).

 

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Bolo de Papaia e Limão

 

Para aqueles que comer quantidades colossais de pão não é o seu maior sonho, não coloquem este lugar fora do vosso itinerário.

 

Também há sopas - a litro claro!

Penta Café Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Desafio das 52 Semanas

05.01.18, Triptofano!

Happy lançou o desafio para os novatos da blogesfera - durante 52 semanas, todas as sextas-feiras, responder a uma questão específica, de uma lista publicada aqui.

 

O objectivo é darmos-nos a conhecer melhor aos outros, e sabermos um bocadinho mais dos bloggers que seguimos diariamente.

 

Como eu sou sempre em prol deste tipo de partilha claro que aderi ao desafio, por isso preparem-se para ficar a saber detalhes exclusivos sobre a minha pessoa que poderiam muito bem vender à Caras, não fosse eu já os ter divulgado aqui para todos verem.

 

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Imagem do Desafio Criada pela Fantástica Fátima Bento!

 

Semana 1: Coisas que me fazem ficar feliz

 

Esta é uma pergunta fácil de responder, visto que há uns tempos aqui no blog fiz uma série de posts sobre o que me deixa com um sorriso na cara do tamanho no mundo.

 

Apertar Pontos Pretos

Dançar no Trabalho

Comer Manteiga com Pão

Fazer Lip Sync no Chuveiro

Alimentar os Patos da Gulbenkian

 

 

Para saberem um pouco mais sobre cada uma das causas da minha felicidade basta carregarem no link que são redireccionados para o post original!

 

E já agora toca a participarem no desafio, mesmo que comecem com um dia ou dois de atraso o mais importante é ficarmos todos a conhecer-nos um bocadinho melhor!

Dramas de quem tem uma bexiga pequena

04.01.18, Triptofano!

Para mal dos meus pecados, herdei do meu pai uma bexiga que deve ser pouco maior que uma castanha. 

 

Ele, de forma a evitar estar a urinar de hora a hora, faz uma medicação específica para essa condição, e eu já me vejo daqui a uns anos a seguir as pisadas dele.

 

Por enquanto ainda consigo controlar a situação sem recurso a químicos, mas onde quer que vá tenho de ter sempre um mapa mental de todas as casas de banho disponíveis e da forma mais rápida de como chegar à mesma.

 

A bexiga cheia além de me dar desconforto, deixa-me irritado, resmungão, com muito pouca vontade de dialogar com outros seres humanos.

 

Além que me tolda o prazer de outras acções - se estiver a almoçar e me der a vontade de urinar, é certo e sabido que o resto da refeição vai-me saber ao mesmo do que se estivesse a comer papelão reciclado. É como se todo o resto do cérebro se desligasse a apenas a parte que controla o aparelho urinário se mantivesse em alerta máximo.

 

Como muitos de vocês sabem este ano o meu réveillon foi no Norte, mais concretamente em Matosinhos com muitas passagens pelo Porto.

 

Após ter brindado ao Ano Novo em casa, eu, o cara-metade e duas amigas rumámos em direcção a um bar para continuar os festejos, e para podermos conhecer ao vivo o Carlos e o seu mais que tudo.

 

Relativamente ao Carlos só tenho que dizer bem.

 

Uma jóia de moço! Simpático, afável, cordial, sempre sorridente. Apesar da música dificultar a conversa ele lá ia esforçando-se para entender o que eu dizia, sempre com uma expressão de quem foi abençoado com uma paciência infinita.

 

Mais gostaria dele se não se tivesse armado em mete nojo e se me apresentasse todo pipi vestido com fato e laço - bem sei que devemos entrar no novo ano todos arranjados, mas também não precisava de me fazer sentir mal, eu que estou sempre todo desgrenhado e não rara é a vez que ando com uma meia de cada cor e a camisola do avesso.

 

Quanto ao bar, bem, podia dizer muita coisa mas não me vou alongar em detalhes.

 

Que o local parecia um fumeiro de chouriças parecia, tendo eu a certeza que desenvolvi uma fase inicial de cancro do pulmão só pelas poucas horas que lá passei.

 

Que a música era de qualidade extremamente duvidosa era, e não digo isto por não terem passado a Ana Malhoa - simplesmente o DJ contratado teria saído-se melhor se se limitasse a colocar o Youtube em reprodução automática.

 

Agora o que me irritou, o que me tirou do sério, foi a casa-de-banho.

 

Estava eu muito bem a dançar (ou a ter micro convulsões dependendo do ponto de vista) quando o rum cola que tinha acabado de beber me desce à bexiga.

 

Já me conhecendo fui logo em direcção à casa-de-banho para me aliviar.

 

Quando lá chego, duas portas, uma de senhoras, sem fila, e outra de senhores, com umas cinco pessoas à espera. Vicissitudes de ter ido festejar para um bar gay - um dos poucos locais onde há engarrafamento para a casa-de-banho dos homens e não para a das mulheres.

 

Dou uns saltinhos enquanto estou à espera na fila e decido ir dar uma volta pelo espaço a ver se me consigo abstrair do xixi que está-se a acumular em quantidades perigosas na minha bexiga.

 

Cinco minutos depois volto e já não há fila para meu grande contentamento. Todo despachado abro a porta e deparo-me com um cubículo onde já estão seis pessoas enfiadas, homens e mulheres, a rirem-se que nem umas perdidas.

 

Fecho a porta furioso e vou dar mais uma volta, evitando mandar as pessoas para o raios que as partam.

 

É que se ainda se estivessem a comer, tudo bem, uma pessoa nem sequer é pudica, bastava darem-lhe um jeitinho, dava-se uma mijadela e pronto, podiam continuar a fazer o que bem entendessem.

 

Mas não, simplesmente estavam na galhofeira.

 

Os meus níveis de urina chegam a níveis críticos.

 

Começo a ponderar fazer xixi num canto escuro. Se ainda estivesse num clube fetichista facilmente arranjava alguém que estivesse interessado numa chuva dourada, mas não era o caso.

 

Volto novamente ao WC, e milagre, apenas uma pessoa se encontra lá dentro.

 

Atiro-me para o urinol livre e quando já estou com o pirilau na mão reparo que toda a parede à minha frente é feita de espelho.

 

O que é espectacular para ver se tenho algum bocado de espinafres nos dentes. Mas o que também é péssimo visto que qualquer pessoa que entre pode ver a imagem da minha genitália reflectida.

 

E acho que isso é um bocadinho violação da privacidade alheia.

 

Se alguém me quiser ver o órgão copulador basta pedir, eu até deixo tirar uma foto se fizerem muita questão, afinal pilas há aos pontapés e garanto que a minha não é nenhum fenómeno do entroncamento.

 

Mas não gosto que lhe estejam a tirar as medidas sem me pedir permissão primeiro.

 

É uma questão de princípios.

 

E pior que isso, é o facto de eu próprio me desconcentrar com a imagem do espelho.

 

E começar a pensar na última vez que fiz a depilação. E ficar a olhar muito atentamente para aquele sinal estranho que tenho na glande. Estava ali da última vez? Será uma verruga genital? Poderá ser cancro?

 

E quando dou por ela estou há cinco minutos de pila na mão, com a bexiga cheia e sem conseguir urinar.

Com dois marmanjos a olharem-me por cima do ombro - a cobiçarem-me o urinol!

Ah e tal perder 10 quilos

03.01.18, Triptofano!

Se bem se lembram o objectivo número 2 da minha lista de desafios para 2018 é perder 10 quilos.

 

Quando dei a conhecer esta minha intenção surgiu logo um coro de vezes imaginárias em protesto, dizendo que eu estava óptimo, que não precisava de emagrecer e que devia preocupar-me com coisas mais sérias.

 

E apesar de eu me continuar a sentir extremamente sexy, tenho vindo a desenvolver um incomodativo sentimento de preocupação, porque de semana para semana a protuberância da minha barriga impede-me cada vez mais de visualizar o meu pirilau.

 

Das duas uma, ou é a barriga que está a crescer a um ritmo alarmante, ou é o meu pirilau que está a tentar hibernar refugiando-se dentro da bolsa testicular.

 

Honestamente nenhuma das opções é detentora do meu apreço.

 

De forma a tirar a teima e a perceber se tenho engordado nos últimos tempos, fui-me pesar na balança da farmácia, na mesma que há muitos meses atrás, ainda no começo deste blog, me tinha pesado.

 

E o resultado foi assim assustador.

 

Ora que eu pensava que devia andar nos 86, 87 quilos. Mas na realidade estou com 92,300. Tendo em conta que em Setembro estava com 85,200, a este ritmo chego aos 100 kgs antes do Verão, o que muito honestamente não me está a agradar muito.

 

Claro que vocês podem dizer que se calhar ganhei massa muscular e foi por isso que aumentei de peso, mas na realidade foi o meu índice de gordura que aumentou, estando agora a rondar os 24%.

 

Por isso, até ao final do ano, dê por onde der, tenho de conseguir baixar até aos 82 quilos.

 

Nem que para isso tenha de passar a beber só água e fazer enemas de cafeína para limpar o intestino!

 

Se alguém tiver um truque milagroso para queimar cinco quilos em duas semanas por favor partilhe comigo. Estou desesperado!

2018 é ano de....

03.01.18, Triptofano!

DESINTOXICAÇÃO

 

Pronto, não é bem 2018 todo, porque o primeiro e o segundo dia do ano foram a machadada final de duas semanas repletas de erros alimentares.

 

Foram quilos de açúcar, glúten e lactose que entraram no meu organismo corroendo-o, de tal forma que cada vez que olho para uma sobremesa é a muito custo que a consigo comer (mas obviamente que a como ora essa!).

 

Todos estes excessos drenaram-me a energia, tendo eu hoje, dia de regresso ao trabalho, literalmente arrastado-me até ele, maldizendo a minha vida e a minha incapacidade de estar de boca fechada.

 

Até mesmo o blog sofreu com o facto do meu organismo estar saturado de coisas pouco saudáveis - a vontade de vir aqui escrever foi muito pouca, e o tempo ainda menos, visto que a minha incursão ao Norte resumiu-se em comer tudo o que conseguia colocar a mão e sempre em quantidades XXL.

 

No entanto hoje recomeço a escrita, e informo desde já que existem histórias maravilhosas para partilhar convosco, passando pela minha incursão ao mundo musical, a dramas com a casa-de-banho e a uma grande desilusão que a CMTV me provocou.

 

Agora perguntam vocês, estou arrependido por ter comido tanta porcaria nestes últimos dias?

 

CLARO QUE NÃO!!!

 

Só estou arrependido é do meu corpo já não ser como era antigamente. Por isso nos próximos dias vou andar a arroz branco e a sopinha (e uma fatiazinha de bolo rainha que a mamã mandou para eu não passar fome!).

 

Há mais alguém por aí a sofrer o mesmo drama que eu?

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